segunda-feira, 23 de abril de 2012

O erro da Petrobras em Urucu – Amazonas

Artigo no Alerta Total – http://www.alertatotal.net
Por Guilhermina Coimbra

Decodificar o discurso significa trabalhar em benefício de todos, tentando fazer compreender os discursos competentes de autoridades nacionais e internacionais. Decodificar o discurso significa tentar esclarecer em linguagem didática, fornecendo argumentos para que, devidamente esclarecida, a população brasileira possa mudar o curso das políticas que os “discursantes” pretendem para o Brasil.

A Petrobras esta incorrendo em erro gravíssimo, na exploração das jazidas de petróleo em Urucu, a algumas centenas de quilômetros de Manaus.

Urucu abastece toda a Amazônia.

Urucu tem tudo para formar uma nova cidade. Mas, é impedida pela a PETROBRAS, que trata Urucu como se Urucu fosse uma plataforma no mar.

A Petrobras não permite a fixação de residências em Urucu, “para preservar a floresta” – o pretexto de praxe, a serviço dos que pretendem imobilizar o território brasileiro para impedir o seu desenvolvimento econômico.

A proibição de fixar residência em Urucu, a poucas centenas de quilômetros de Manaus, Amazônia significa:

- imobilizar o desenvolvimento do Norte do território do Brasil;

- criar reserva de mercado para o mercado internacional dos hidrocarbonetos, gás, petróleo e outros;

- prejudicar o Brasil, prejudicando os contribuintes brasileiros, através da proibição de desenvolver Urucu, território brasileiro;

- causar prejuízo ao Brasil e a população brasileira, porque, os contribuintes de fato e de direito do Brasil estão pagando tributos para que os seus prepostos trabalhem em beneficio deles;

- os contribuintes do Brasil não admitem pagar para que os seus prepostos favoreçam os interessados em fazer do território brasileiro uma reserva de mercado relevante de combustível;

O território brasileiro tem que ser ocupado e explorado em beneficio dos residentes no Brasil.

A proibição injustificável e encarecedora da proibição de fixar residência em Urucu tem que ser revista. Não há como justificar a preferência da Petrobras em substituir as equipes quinzenalmente em caros vôos de helicópteros.

Os brasileiros perceptivos conhecem os meios e os órgãos competentes para verificar quanto estão ganhando e de quem, os que estão preferindo utilizar, a custa dos contribuintes brasileiros, os vôos caros quinzenais das companhias aéreas, para impedir desse modo, que seja colocada em pratica, a correta lógica da ocupação, em beneficio do desenvolvimento econômico do território do Brasil.

Guilhermina Coimbra, Professora e Advogada, é Presidente do Instituto Brasileiro de Integração das Nações-IBIN e Membro da International Nuclear Law Association/INLA/Bruxelas, Bélgica, desde 1979; Mestrado em Direito e Desenvolvimento/Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro/PUC/RJ, Brasil; Doutorado em Direito e Economia/UGF/Rio de Janeiro, Brasil; Professora-Adjunto de Direito Constitucional, Teoria Geral do Estado, Direito Internacional, Instituições de Direito Público e Privado, Legislação Profissional e Social, da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro-UFRRJ, Brasil, 1988-2012, Participações em Livros de direito Internacional, das Editoras, Quartier Latin e Saraiva. E.mail: coimbra@ibin.com.brr Home page: www.ibin.com.br

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