terça-feira, 15 de maio de 2012

Comandantes Militares já agem nos bastidores para esvaziar Comissão da Verdade Paralela Interclubes

Edição do Alerta Total – http://www.alertatotal.net
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Por Jorge Serrão

Começam a brotar na lama as verdadeiras e maléficas intenções por trás da inútil e inoportuna Comissão da Verdade. Passando por cima da própria lei que instituiu a CV – que pretenderia esclarecer violações dos direitos humanos entre 1946 e 1985, sem privilegiar o lado ideológico da história que cometeu tal abuso -, a advogada que defendeu a ex-guerrilheira e hoje Presidenta Dilma Rousseff, nos tempos da “dita-dura”, Rosa Maria Cardoso da Cunha agora avisa que a Comissão não vai apurar os crimes cometidos por militantes de esquerda.

Só um membro da CV, o ex-ministro da Justiça, José Carlos Dias, defende a apuração de ambos os lados: agentes do Estado e militantes da luta armada que queria implantar o comunismo/socialismo no Brasil. Os demais membros, mesmo não falando publicamente, apóiam as intenções do governo. Além da CV, ignorando completamente o pleno vigor da Lei de Anistia de 1979, membros de esquerda no Ministério Público atuam, em conjunto, para mandar abrir investigações sobre violações de direitos humanos cometidas durante os governos dos generais-presidentes.

Já tendo certeza do caráter revanchista da CV, os militares já contra-atacam. O presidente do Clube Naval, Almirante Ricardo Veiga Cabral, criou uma "comissão paralela da verdade" e montou um grupo jurídico para assessorá-la. Tudo indica que o Clube Militar e o Clube da Aeronáutica devem encampar a mesma iniciativa. Tanto que já foi agendada para quinta-feira (um dia depois da posse dos 7 membros da CV no Palácio do Planalto) uma reunião interclubes, no Rio de Janeiro.

Os comandantes do Exército, Marinha e FAB já agem, nos bastidores, para desaconselhar que tal encontro aconteça. Mas o evento tem apoio, direto, dos militares na reserva e, discreto, dos oficiais na ativa. Como são impedidos de qualquer manifestação pública, por força dos regulamentos militares, apostam nas iniciativas dos Clubes Militares para falar sobre a CV e também para cobrar reequipamento e reajustes salariais para as Forças Armadas

Criador da CV paralela, o Almirante Veiga Cabral teme que a Comissão da Verdade seja "apenas uma estratégia, um primeiro passo, para, depois, tentarem revogar a Lei da Anistia, que está em vigor e foi ratificada pelo Supremo Tribunal Federal". Diplomaticamente, o Almirante defende que a comissão paralela poderá "evoluir para um diálogo com a Comissão da Verdade, ou pelo menos com alguns integrantes dela, para ouvirem nossas justificativas".

A posse dos membros da CV será tão pomposa, na quarta-feira, que contará com as ilustres presenças dos ex-Presidentes da República José Sarney, Fernando Collor, Fernando Henrique e, claro, do Doutor Lula da Silva. Talvez, quem sabe, Itamar Franco, compareça, em espírito... Se aparecer por lá, deve ir acompanhado de Celso Daniel, o ex-prefeito petista de Santo André, que foi sequestrado, seviciado, torturado e brutalmente assassinado em plena Ditadura do Governo do Crime Organizado.

A verdade é uma só

A tal Comissão da Verdade é inútil e só tem propósito revanchista.

A intenção em manter alarmadas as forças armadas atende a um objetivo dos verdadeiros inimigos externos do Brasil.

Os membros da Oligarquia Financeira Transnacional investem nos agentes conscientes ideológicos para impedir que os guardiões constitucionais da soberania do Brasil tenham condições de cumprir seu papel.

Enquanto se perde tempo com as CVs da vida, não construímos um Projeto Nacional soberano para o Brasil...

Na Verdade, sem necessidade de Comissão ou Começões, precisamos olhar para a frente e não repetir os mesmos erros de um passado de um Brasil que ainda não conseguiu ser uma Democracia de Verdade.

Censurado

Publicado no sábado passado no Estado de São Paulo, o artigo do general de Exército na reserva Rômulo Bini foi “censurado”.

Certamente por recomendação do Comandante Enzo Peri, o texto ficou de fora da resenha do Exército, de sábado e de domingo.

Bini pede o fim do silêncio pelos militares sobre as verdadeiras intenções revanchistas da Comissão da Verdade.

Transição para quê?

O procurador da República Eduardo Santos de Oliveira, do Ministério Público Federal em Campos dos Goytacazes, no norte fluminense, promete investigar a incineração, na Usina de cana Cambaíba, de pelo menos 10 corpos durante a ditadura militar.

Oliveira embarca no relato do ex-delegado Cláudio Antonio Guerra, chefe do extinto Departamento de Ordem e Política Social (Dops), autor do polêmico livro “Memórias de uma guerra suja”.

O procurador integra o Grupo de Trabalho (GT) "Justiça de Transição".

O engraçado é que ninguém fez a pergunta idiota: a tal “transição” é para quê? Para uma ditadura do Governo do Crime Organizado?

Atropelando o STF

A esquerda no MPF opera alinhada com a sentença da Corte Interamericana de Direitos Humanos, que condenou o Brasil por violações de direitos previstos na Convenção Americana de Direitos Humanos.

A sentença estabeleceu a obrigação do país de investigar quem são os autores materiais e intelectuais do desaparecimento forçado das vítimas na “Guerrilha do Araguaia”.

A Tal Corte atropela a soberania de nosso Supremo Tribunal Federal, alegando que a Lei de Anistia não pode ser usada em benefício dos agentes de tal crime.

Mais revanchismo

A Comissão Parlamentar Memória, Verdade e Justiça da Comissão de Direitos Humanos e Minorias realizará audiência pública nesta quarta-feira.

A intenção é discutir a repressão política aos camponeses durante a ditadura militar.

Na reunião, marcada para às 14 horas, no plenário 9 da Câmara Federal, será lançado o livro “Retrato da Repressão Política no Campo-Brasil 1962-1985: Camponeses Torturados, Mortos e Desaparecidos”.

Vida que segue... Ave atque Vale! Fiquem com Deus.


Jorge Serrão é Jornalista, Radialista, Publicitário e Professor. Editor-chefe do blog e podcast Alerta Total: www.alertatotal.net. Especialista em Política, Economia, Administração Pública e Assuntos Estratégicos.


O Alerta Total tem a missão de praticar um Jornalismo Independente, analítico e provocador de novos valores humanos, pela análise política e estratégica, com conhecimento criativo, informação fidedigna e verdade objetiva.


A transcrição ou copia dos textos publicados neste blog é livre. Em nome da ética democrática, solicitamos que a origem e a data original da publicação sejam identificadas. Nada custa um aviso sobre a livre publicação, para nosso simples conhecimento.


© Jorge Serrão. Edição do Blog Alerta Total de 15 de Maio de 2012.

15 comentários:

José de Araújo Madeiro disse...

Para Serrão,

A Comissão da Verdade da Dilma Rousseff.

Não podemos dizer que uma pessoa intelectual esteja equivocada. Sobretudo num momento tão crucial da vida brasileira. Quando grupos estão decididos e movidos pela destruição dos princípios norteadores de uma sociedade civilizada, a democracia.

Do PT que não pretende deixar o poder. Desconhecendo um fundamento basilar para vigência de uma democracia, a alternância de poder, o oxigênio da democracia.

Com tais procedimentos, os componentes da Comissão da Verdade se direcionam na conduta vulgar de bandidos. Essa Comissão da Verdade, como indica, está composta de bandidos. E bandido só defende bandido. Querem imputar toda culpa dos erros do passado nas pessoas que se protegeram, através do Estado e sob ações das FFAA que cumpriram o seu dever dentro da ordem constitucional.

Ora, é dever do Estado combater o banditismo, antes que a comunidade faça justiça com as próprias mãos. Se assim não procede, o Estado deixa a sociedade à própria sorte e sem lei ou regulamentação a sociedade se torna primitiva e vem a barbarie, a Lei da Selva, de grupos armados e antagônicos se enfrentado e em conflitos permanentes.

O PT et Caterva é um retrocesso e o comunismo está destruindo os valores nacionais. A verdade demora aflorar, mas um dia ela surge. Tal como o fênix surgido das cinzas. Com o PT permanecendo no poder muitos dias sombrios recairão sobre a nação brasileira.


Abs, Madeiro.

Anônimo disse...

Serrão,

há um erro grave na estratégia dos militares não comparecerem à comissão ou ficarem quietos:

Quem garante que não há pelo menos um melancia reformado?

Se este(s) for(em) convocados falarão as maiores mentiras sob o manto da impunidade, afinal foram "apenas testemunhas" ou "não puderam evitar" ou sei lá o que mais. Entende? Os canalhas não se recusarão a falar contra enquanto os bons se calam! [ Quando é que nossos militarem vão aprender, Deus do céu! ]

Inventarão datas, locais, ações sanguinárias das mais vis imagináveis para enlamear o exército e as outras forças.

É aí?

Ai vai ser tarde demais para abrir a boca.

Vai ter edição extra de jornal, impresso e na TV... e a guerra, não a batalha, mas a guerra estará perdida.

A gritaria internacional (comunista) vai ser ensurdecedora e a prisão dos nossos heróis da pátria será inevitável.

Fica aí o alarme dado.

Anônimo disse...

Só m@rda e traição por parte destes soviéticos comandantes do Exército, Marinha e FAB, pois estão coniventes com a louca terrorista.

Cordeiros da porra! Covardia imensurável! Metem asco!

Por quantos US$ se venderam aos soviéticos brasileiros? Ou foi com um fabuloso cartão corporativo sem limites? A este nível, tudo tem seu preço! Bandalhos!

Estão a mais nas FFAA! Rua!

Anônimo disse...

vale a pena ouvir o valente deputado Bolsonaro falando sobre a comissão da verdade e "surrando" petistas e o apresentador junto no programa do Heródoto esse é o endereço no you tube , (Bolsonaro abre o jogo) iuGwk8WXOh8

Manoel Vigas disse...

Saudações.

PARA QUEM TIVER A CURIOSIDADE DE SABER O TEOR DO ARTIGO ( JURIS ESPERNIANDIS ) DO GENERAL
QUE FOI "CENSURADO" CONFORME INFORME DO ALERTA TOTAL DE HOJE 15 DE MAIO DE 2012:

CONFIRA:
http://m.estadao.com.br/noticias/impresso,lei-do--silencio-,871990.htm


Lei do silêncio

Terça, 12 de Maio de 2012, 03h06


GENERAL DE EXÉRCITO Romulo Bini Pereira,

FOI CHEFE DO ESTADO-MAIOR DA DEFESA

Atenciosamente.
Manoel Vigas

ballarin disse...

Essa Comissão da Verdade CV) tá mais para Comando Vermelho (CV), ou não?

Anônimo disse...

Jorge

O artigo do general de Exército na reserva Rômulo Bini que foi Chefe do Estado Maior da Defesa, na sua

"Lei do silêncio

Romulo Bini Pereira

Em 1979, após muitos debates em amplos segmentos de nossa sociedade, a Lei da Anistia foi aprovada e promulgada no País. Ela veio pôr um ponto final no ciclo de beligerância que se instalou na vida brasileira e criou um pacto de reciprocidade para a reconstrução democrática no Brasil.

Nestes anos de sua vigência, as Forças Armadas cumpriram um papel impecável. Voltaram-se para suas missões constitucionais, sem a mínima interferência no processo político que aqui se desenvolvia. Mantiveram-se em silêncio, acompanhando os fatos políticos, alguns bastante perturbadores, sem nenhuma atitude que pudesse ser analisada como intervenção no processo democrático.

Adotaram uma verdadeira lei do silêncio. Um ajuste entre seus chefes, em busca da concórdia e do entendimento.

No corrente ano, entretanto, dois fatos vieram de encontro à atitude das Forças Armadas. O primeiro foi a criação da Comissão da Verdade. De modo unânime, militares da ativa e da reserva consideraram tal comissão um passo efetivo para atos de revanchismo. Os seus defensores - alguns deles membros da alta esfera governamental e do Poder Judiciário - já falam em rever a Lei da Anistia, mesmo após o Supremo Tribunal Federal ter confirmado a sua validade.

No escopo de se obter a verdade, essa comissão, para ser imparcial, deveria estudar e analisar não só o ideário político-ideológico, mas também os métodos de atuação de quem optou pela luta armada em todo o mundo. Que pesquise os manuais das organizações internacionais para constatar a semelhança dos objetivos e métodos das inúmeras e variadas organizações nacionais, inclusive o Manual do Guerrilheiro Urbano, de Carlos Marighella, a cartilha do terrorismo brasileiro. Os diversos delitos cometidos - assassinatos, atentados, roubos e sequestros - também tiveram, tal como as citadas internacionais, um objetivo único, ou seja, a "derrubada do governo central e a instauração de uma ditadura do proletariado", e não uma democracia, como apregoam seus defensores. Com tal comissão só existirá uma verdade unilateral.

O segundo fato se refere aos incidentes ocorridos na sede do Clube Militar, no Rio de Janeiro, tão chocantes e tão esclarecedores para todos os militares. Chocantes porque velhos soldados, ilustres chefes, instrutores, professores e outros de carreira e vida exemplares foram insultados e agredidos por uma turba de radicais com atitudes e impropérios usados pelos grupos extremistas das décadas de 60 e 70. E esclarecedores porquanto demonstraram que o ódio ideológico e o fanatismo estão novamente presentes em nosso país. Tanto que disse um dos seus líderes: "Somos marxistas radicais". Seu ideário, seus métodos de atuação e seus ídolos são os mesmos das organizações extremistas do passado. Fazem uso até mesmo de ações de intimidação radicais, como o "escracho", de modo idêntico aos trotskistas e aos nazistas nas décadas de 20 e 30. Segundo seus integrantes, suas ações visam a defender a "honra" do nosso país perante a comunidade internacional. Definitivamente, não são aptos para tal defesa. A continuar dessa forma, a citada turba poderá vir a ser um celeiro para novos Araguaias.

Esses dois fatos atingiram frontalmente os objetivos da Lei da Anistia. A concórdia e o entendimento foram atitudes adotadas somente pelas Forças Armadas. Em oposição, um segmento sectário e minoritário demonstrou intransigência e intolerância totalitária para com os militares.

Eles não assumiram seus atos e erros. Talvez para criar uma nova História, na qual seus integrantes sejam os grandes heróis. Talvez para justificar as ações de seus líderes no emprego de jovens em aventuras quixotescas de tomada do poder pela via armada, ou, então, a legitimação das 20 mil indenizações pagas por seus ideais revolucionários.

(continua)

Anônimo disse...

(continuação)

"Não será possível mais aceitar que os "anos de chumbo", expressão de origem italiana tão decantada por esses segmentos minoritários, sejam debitados somente aos atos das nossas Forças Armadas. Na Itália não houve anistia e terroristas estiveram presos por muitos anos. O caso Cesare Battisti, de rumorosa repercussão mundial, exemplifica o desiderato do governo italiano em punir os que optaram pela luta armada. As organizações extremistas brasileiras estavam sossegadas na selva do Araguaia ou nos aparelhos urbanos, algumas nos conventos dominicanos. E assistiram a tudo pacificamente, com uma única exceção: as vítimas de sua autoria, algumas assassinadas barbaramente e outras justiçadas covardemente. Que regime teria sido imposto ao nosso país caso vingasse o ideário radical dessa minoria?

Neste contexto, a palavra dos chefes militares está se fazendo necessária e será um contraponto a possíveis atitudes e ações deletérias, como as agressões no Clube Militar. O que nós, militares, defendemos não é indisciplina ou qualquer conluio, nem quebra dos princípios democráticos. Uma palavra que não signifique um "mea culpa" ou um pedido de perdão. Estivemos, no período da guerra fria, em combate bipolarizado, no qual os extremistas foram banidos em todo o mundo em razão de seu objetivo totalitário e único: a ditadura do proletariado. Correremos riscos, mas eles são inerentes ao processo democrático e à nossa profissão.

Não se admite mais este silêncio reinante. Nas redes virtuais, pela simples leitura de manifestos e artigos oriundos da reserva de nossas Forças Singulares se percebe que estamos num ponto crítico. A nossa autoestima está em visível declínio, agravada por outros fatores, entre eles os baixos salários de nossos subordinados. Dissensões poderão surgir, pois a reserva expressa em muito o pensamento dos soldados da ativa. Possíveis perturbações ou rupturas em nossas Forças trarão repercussões indesejáveis para o nosso país. Não é possível mais calar. A lei do silêncio deve ser quebrada!"

Anônimo disse...

"Sociólogo prevê uma interversão militar em toda América Latina pelo EUA começando pela Venezuela, o Brasil não vai escapar!

Aviso ao presidente Hugo Chávez sobre o perigo de uma possível intervenção militar dos Estados Unidos sobre a Venezuela , estão plenamente justificados, disse Atilio Boron, cientista político e sociólogo argentino. Durante uma entrevista transmitida pela Venezolana de Televisión, Boron se referiu a este aviso durante uma entrevista em Buenos Aires com Mario Silva, apresentador do Hojilla. "Nós não devemos esquecer as 46 bases militares dos EUA que existem na América Latina", frisou e acrescentou que há um plano claro para tentar novamente colocar a região sob sua tutela. "Vou tentar por qualquer meio e começará com a Venezuela", disse ele, observando que, se pudessem destruir o processo político que conduz Chávez, o resto seria mais fácil para eles. "Eu não tenho nenhuma dúvida que os estrategistas de Washington tenham vários cenários de intervenção na América Latina ", advertiu Boro e lembrou que não as bases militares apenas aponta para a Venezuela, mas também em outros países, incluindo o Brasil, que é praticamente cercado. FONTE Tradução Google - Adaptação Revelação Final Fica evidente que a agenda esta em processo de aceleração, assim como aconteceu e, alguns países árabes e africanos, a América Latina não espaçará da militarização americana, o objetivo principal é tirar de cena o ditador venezuelano Hugo Chávez, que é sem dúvidas um entrave, uma pedra no sapado da elite para a implantação da NOM, visto que Chávez tem aversão a elite sionista, e já fez diversas declarações acusando os globalistas de deterem a maioria dos bancos mundiais, atuar fortemente dos bastidores e nas decisões da política global em todo mundo, e possuírem 80% da mídia de massa, ele sem dúvidas será o próximo ditador opositor da NOM a ser destronados, portanto, o foco dessa possível militarização sem duvidas é a retirada de Hugo Chávez do poder."

http://sobre2012.blogspot.com.br/2012/05/sociologo-preve-uma-interversao-militar.html

Anônimo disse...

Os únicos militares que foram incluídos no aumento em Jul 2012 para os funcionários públicos federais, foram os Comandantes das Forças Armadas. As tropas continuam passando fome.



F O N T E: Diário Oficial da União nº 92 de 14 de maio de 2012 - Páginas 54 e 55 - Veja a matéria no site: www.in.gov.br)

CARGOS COMISSIONADOS DE NATUREZA ESPECIAL E DO GRUPO-DIREÇÃO E ASSESSORAMENTO SUPERIORES, CARGOS DE DIREÇÃO DAS INSTITUIÇÕES FEDERAIS DE ENSINO,CARGOS COMISSIONADOS DE DIR EÇÃO, DE GERÊNCIA EXECUTIVA, DE ASSESSORIA E DE ASSISTÊNCIA E CARGOS ESPECIAIS DE TRANSIÇÃO GOVERNAMENTAL

a) CARGOS DE NATUREZA ESPECIAL - NES

DENOMINAÇÃO VALOR (EM R EAIS)

Comandante da Marinha
11. 4 31 , 8 8

Comandante do Exército 11. 4 31 , 8 8

Comandante da Aeronáutica 11. 4 31 , 8 8



Secretário-Geral do Ministério da Defesa 11. 4 31 , 8 8



Chefe do Estado-Maior Conjunto das Forças Armadas 11. 4 31 , 8 8



Secretário-Geral de Contencioso 11. 4 31 , 8 8



Secretário-Geral de Consultoria 11. 4 31 , 8 8



Subdefensor Público Geral da União 11. 179 ,36



Presidente da Agência Espacial Brasileira 11.4 31, 8 8



Demais cargos de natureza especial da estrutura da Presidência

da República e dos Ministérios 11. 4 31 , 8 8



Assessor Chefe da Assessoria Especial do Presidente da República 11.179,36

Paulo Figueiredo disse...

Serrão,

Apesar de ter acontecido 5 anos após (1964), a revolução brasileira não se inspirou na revolução cubana (1959); caso os brasileiros tivessem copiado os métodos dos “hermanitos caribenhos”, não iria sobrar ninguém para reivindicar nada no futuro.

Unknown disse...

SERRÃO.
ESPERO QUE A C0MISSÂO DA VERDADE APURE TAMBEM O QUE ESTA ACONTECENDO COM A POLITICA BRASILEIRA ATUAL: VIDE ABAIXO.
Cesar Pinto Cel 15mai2012

A MENTIRA - REVIVER O PASSADO

ISSO OCORRE SEMPRE NOS ANOS ELEITORAIS – POR QUE?

A classe politica brasileira, representada pelos partidos políticos, pela REDE GLOBO DE TELEVISÃO, está apresentando um programa, todos os sábados no horário das 21 horas, com o nome de ACERVO, no canal 40, globonews, para relembrar os acontecimentos que culminaram com a tomada de poder pelas Forças Armadas, a partir de 1964, ano em que se iniciou o Regime Militar no Brasil.

A “intenção” da REDE GLOBO é mostrar aos novos eleitores, que deverão voltar as urnas nas próximas eleições, deste ano, para eleger PREFEITOS E VEREADORES, o que se passou naqueles anos que antecederam à Constituição de 1988 e o Governo Civil.

A ideia é mostrar, de acordo com certa ótica, a história vivida nos tempos do Regime Militar, que eles classificam como Ditadura Militar.

A finalidade é remir os políticos e os Partidos Políticos, que hoje estão em descrédito junto a opinião pública e diante do povo brasileiro, pela malversação do dinheiro público, por conta das publicações de vários escândalos (atos de improbidade) ocorridos nas Administrações Públicas, com a divulgação dos políticos desonestos e o enriquecimento ilícito de GOVERNADORES, PREFEITOS, SENADORES, DEPUTADOS E VEREADORES.

Hoje, os Partidos Políticos estão sem respeito e seus dirigentes com receio do MILITAR voltar a presidir a Nação Brasileira, eleito pelo voto popular.

A VERDADE - O MEDO DA PERDA DA CREDIBILIDADE TOTAL

O receio dos dirigentes é tão grande que formaram um PACTO NACIONAL implícito, para que nenhum partido apresente candidado à eleição um filiado MILITAR de alta patente das Forças Armadas, excetuando cadeira no Senado ou qualquer cargo eletivo proporcional.

Por que isso?

Porque estão com medo de perderem a teta do enriquecimento ilícito, para o proveito próprio, de seus seguidores partidários, familiares, amigos, etc.

A probidade do militar os assusta.

Por outro lado:

Voltamos aos TEMPOS DOS FEUDOS da Idade Média.

Cada partido tem um dono, quando não um presidente vitalicio. Seus diretórios são compostos de familiares, amigos e fiéis seguidores do Estatuto do Partido, insubstituíveis, quando em vida.

FORMARAM OUTRO PACTO NACIONAL.

Quando eleitos a cargos executivos, PRESIDENTE DA REPÚBLICA , GOVERNADORES DE ESTADOS E PREFEITOS, dividem seus territórios conquistados com os partidos aliados.

Para o povo, seu vassalo, dizem que é para manter a governabilidade, mas para eles facilita dividir melhor a fatia do bolo, para não haver reclamações inconvenientes.

Os órgãos governamentais, tais como; MINISTÉRIOS, SECRETARIAS, EMPRESAS ESTATAIS E OUTROS, principalmente os responsáveis por grandes orçamentos, são distribuídos criteriosamente entre eles, de maneira que cada um possa tirar melhor proveito para si e para o PARTIDO ao qual pertence, com raras exceções.

O CONGRESSO NACIONAL é composto por duas casas: O SENADO FEDERAL, com 81 Senadores que representam 27 unidades federativas (26 Estados e o Distrito Federal) e a CAMARA DE DEPUTADOS (com 513 Deputados Federais).

Os ORGÃOS acima, nos governos Federal, Estadual e Municipal, normalmente são ocupados por políticos (Senadores e Deputados Federais ou Estaduais), isto porque, estas nomeações, abrem vagas no Senado e nas Câmaras Federais e Estaduais e com algumas exceções na Câmara de Vereadores, para permitir o aproveitamento de outros menos votados (os chamados suplentes) aumentando mais o colegiado de Senadores e Deputados.

Unknown disse...

CARO SERRÃO.
ESPERO QUE A COMISSÃO DA VERDADE APURE TAMBÉM O QUE ESTA ACONTECENDO COM A POLÍTICA ATUAL BRASILEIRA. VIDE ABAIXO.

Cesar Pinto Cel 15mai2012

A MENTIRA - REVIVER O PASSADO

ISSO OCORRE SEMPRE NOS ANOS ELEITORAIS – POR QUE?

A classe politica brasileira, representada pelos partidos políticos, pela REDE GLOBO DE TELEVISÃO, está apresentando um programa, todos os sábados no horário das 21 horas, com o nome de ACERVO, no canal 40, globonews, para relembrar os acontecimentos que culminaram com a tomada de poder pelas Forças Armadas, a partir de 1964, ano em que se iniciou o Regime Militar no Brasil.

A “intenção” da REDE GLOBO é mostrar aos novos eleitores, que deverão voltar as urnas nas próximas eleições, deste ano, para eleger PREFEITOS E VEREADORES, o que se passou naqueles anos que antecederam à Constituição de 1988 e o Governo Civil.

A ideia é mostrar, de acordo com certa ótica, a história vivida nos tempos do Regime Militar, que eles classificam como Ditadura Militar.

A finalidade é remir os políticos e os Partidos Políticos, que hoje estão em descrédito junto a opinião pública e diante do povo brasileiro, pela malversação do dinheiro público, por conta das publicações de vários escândalos (atos de improbidade) ocorridos nas Administrações Públicas, com a divulgação dos políticos desonestos e o enriquecimento ilícito de GOVERNADORES, PREFEITOS, SENADORES, DEPUTADOS E VEREADORES.

Hoje, os Partidos Políticos estão sem respeito e seus dirigentes com receio do MILITAR voltar a presidir a Nação Brasileira, eleito pelo voto popular.

A VERDADE - O MEDO DA PERDA DA CREDIBILIDADE TOTAL

O receio dos dirigentes é tão grande que formaram um PACTO NACIONAL implícito, para que nenhum partido apresente candidado à eleição um filiado MILITAR de alta patente das Forças Armadas, excetuando cadeira no Senado ou qualquer cargo eletivo proporcional.

Por que isso?

Porque estão com medo de perderem a teta do enriquecimento ilícito, para o proveito próprio, de seus seguidores partidários, familiares, amigos, etc.

A probidade do militar os assusta.

Por outro lado:

Voltamos aos TEMPOS DOS FEUDOS da Idade Média.

Cada partido tem um dono, quando não um presidente vitalicio. Seus diretórios são compostos de familiares, amigos e fiéis seguidores do Estatuto do Partido, insubstituíveis, quando em vida.

FORMARAM OUTRO PACTO NACIONAL.

Quando eleitos a cargos executivos, PRESIDENTE DA REPÚBLICA , GOVERNADORES DE ESTADOS E PREFEITOS, dividem seus territórios conquistados com os partidos aliados.

Para o povo, seu vassalo, dizem que é para manter a governabilidade, mas para eles facilita dividir melhor a fatia do bolo, para não haver reclamações inconvenientes.

Os órgãos governamentais, tais como; MINISTÉRIOS, SECRETARIAS, EMPRESAS ESTATAIS E OUTROS, principalmente os responsáveis por grandes orçamentos, são distribuídos criteriosamente entre eles, de maneira que cada um possa tirar melhor proveito para si e para o PARTIDO ao qual pertence, com raras exceções.

O CONGRESSO NACIONAL é composto por duas casas: O SENADO FEDERAL, com 81 Senadores que representam 27 unidades federativas (26 Estados e o Distrito Federal) e a CAMARA DE DEPUTADOS (com 513 Deputados Federais).

Os ORGÃOS acima, nos governos Federal, Estadual e Municipal, normalmente são ocupados por políticos (Senadores e Deputados Federais ou Estaduais), isto porque, estas nomeações, abrem vagas no Senado e nas Câmaras Federais e Estaduais e com algumas exceções na Câmara de Vereadores, para permitir o aproveitamento de outros menos votados (os chamados suplentes) aumentando mais o colegiado de Senadores e Deputados.

Unknown disse...

CONTINUA;

Acorda gente!

Já está na hora de restituirmos o BRASIL aos brasileiros.

O BRASIL de hoje, no campo político eleitoral, está dividido em feudos políticos, ocupados por famílias e seus lideres políticos.

Aliais, isso pouco mudou, desde os meus anos de infância. Na maioria dos Estados Brasileiros, predominavam as famílias tradicionais que ditavam as normas a serem obedecidas pelos habitantes locais, eram os Senhores do Bem e do Mal.

Todos nós sabemos que mudou a forma encontrada pelos partidos dentro da politica democrática de nosso PAÍS.

Na maioria dos Estados e Municípios brasileiros, continua predominando o poder de determinada família, com seus membros e amigos filiados aos partidos políticos, criados por ela e sob seu poder dominante. É muito raro isso não ocorrer.

Hoje, até os bairros tem os seus senhores feudais eleitorais, que se consideram os donos do BAIRRO (conhecido no meio politico como currais eleitorais).

Exemplo disso; nós encontramos em todos os Estados do Brasil famílias dominantes, que predominam na política dos partidos daqueles Estados.

Pergunto o que mudou?

Mudou a forma dominante e não os dominadores.

E o povo continua subjugado a estes SENHORES DONOS DOS PARTIDOS, SEUS FAMILIARES , AMIGOS E FIEIS SEGUIDORES, excluindo todos os filiados do partido que nada mais são do que ovelhas seguidoras do rebanho, obedientes e pronta para votar naquelas indicações partidárias.

Somente uma população politizada, consciente, honesta, austera e corajosa poderá modificar o quadro acima descrito.

Politica não é profissão. Politica é solução dos problemas que afetam um povo.

Segundo Aristóteles, política é a arte maior porque visa o bem humano.

Envie suas opiniões e ideias que junto com as minhas, talvez possamos sugerir um PAÍS melhor para o futuro dos nossos filhos e netos.

E QUE DEUS NOS AJUDE NESTA EMPREITADA AGORA INICIADA.

Conclusão: 

Fica claro porque os partidos não aceitam indicar um militar de alta patente para concorrer a Presidente da República.

Porque os militares não se sujeitam a essas condições inescrupulosas usadas pelos Partidos, quando na composição de um governo.

Este é o MEDO que eles tem de que nas próximas eleições, possa aparecer um militar de alta patente como candidato.

Estão com MEDO de perderem o ganho escuso que conseguiram durante os anos, apos o término do Governo Militar, para continuarem a usufruir ilegalmente das riquezas proporcionadas pelo poder, em detrimento da prosperidade.

Anônimo disse...

Caro Serrão. É incrível como os três Comandantes Militares apoiados pelo Ministro da Defesa conseguem enxovalhar todas as Forças Armadas. Cade a honra e o pundonor militar desse homens?