domingo, 24 de fevereiro de 2013

Abaixo do Equador tem


Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Humberto de Luna Freire Filho

Alô! jornalistas do primeiro mundo. Se faltarem assuntos acima do Equador visitem o Caribe e a América do Sul, unam o útil ao agradável. O útil será a possibilidade de elaborar uma enxurrada de matérias para seus respectivos jornais, e ainda escolher entre matérias, esdrúxulas, tragicômicas, hipócritas e contraditórias. 

Tem prato para todo gosto. O útil será, clima tropical, praias e uma fuga da neve.Tem mais, se você for amigo ou conhecer alguém na cúpula do governo brasileiro e prometer não falar mal, suas despesas serão pagas pelo tesouro brasileiro através de cartões corporativos, um instrumento abundante na mão dos corruptos que fazem a república de Macunaíma.

Cito alguns exemplos como atrativos. Primeiro, existe no Caribe uma ilha extremamente vigiada, um paraíso, ninguém sai de lá e só entra se trouxer Dólares. Um verdadeiro exemplo de democracia, é governada por uma múmia há mais de 50 anos. Em outro país, a Venezuela, existe um morto na presidência da República, tragicômico. Na Argentina tem uma presidente que acaba de revogar a lei de mercado decretando o congelamento de preços. Só falta novamente invadir as ilhas Falkland/Malvinas e 20 dias depois fugir do fogo inglês, com o rabo entre as pernas.

Agora naquele gigante, o Brasil. Esse sim, tem muito mais atrativos. Tem uma Presidente que acaba de extinguir a pobreza por decreto. Tem uma comissão de direitos humanos que nunca ouviu falar em Fidel Castro. Nesse mesmo país descoberto por Cabral há 500 anos, diga-se de passagem, ainda continua dividido em capitanias hereditárias. E a mais importante delas é a do Maranhão entregue ao donatário José Ribamar de Araújo Costa, vulgo José Sarney, um quase presidente vitalício do Senado da República.

Venham conhecer o Brasil. É um país muito grande, muito populoso, é pobre mas tem todos os políticos ricos. Analfabetos e semi analfabetos não faltam. Investir em educação os políticos não querem nem ouvir falar, iriam perder a boquinha, principalmente os homiziados no Partidos dos Trabalhadores.

Lógico, o partido governista até criou um programa de inclusão social chamado bolsa-família. Até hoje esse programa não incluiu socialmente ninguém, só cresceu de doze milhões de famílias para 14 milhões e até as eleições presidenciais de 2014 contará com 16 milhões.

Não acreditem na propaganda oficial sobre o tal programa. Como cidadão que não faz parte da quadrilha lhe dou um "gancho". Voto comprado é garantia de reeleição e consequente permanência no poder.

Humberto de Luna Freire Filho é Médico.

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