sábado, 27 de julho de 2013

Soberania e sobrevivência

Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Adriano Benayon

Muitos, se não a maioria, dos que não se importam com a entrega das riquezas do País à oligarquia financeira transnacional e a seus bancos e  empresas, precisam mudar de atitude. Não é uma questão de patriotada, mas de entender que sem soberania um povo fica privado de dignidade e de prosperidade e até da chance de sobreviver.

Se o Brasil continuar à mercê de corporações transnacionais, bancos e potências imperiais, aumentará o fosso entre a minoria, cada vez menor, dos servidores desse sistema de poder e a maioria, esmagadora e crescente, dos brasileiros que vivem em condições de vida insuportáveis. Na verdade, escravos com seu destino nas mãos do império.

O fosso começou a ser alargado desde 1954,  logo após o golpe militar-udenista que entregou, de bandeja,  o mercado do País às transnacionais, através de privilégios incríveis, mantidos e aumentados nos  cinco anos de JK. Esse processo foi-se agravando e, hoje, longe de ser revertido, prossegue intensificando-se.

As potências anglo-americanas  não apenas intervieram nos golpes de 1954 e 1964, mas também determinaram o curso político  do País desde o começo dos anos 80. 

Neste mês a grande mídia não teve como esconder as revelações de Snowden, ex-contratado terceirizado dos serviços secretos dos Estados Unidos, sobre a abrangência da espionagem eletrônica, telefônica etc. que estes fazem, há muitos anos,  dentro do Brasil. Entretanto, quase não se divulgam as ações dos serviços de outras potências, como o Reino Unido.

Esse controle sobre as telecomunicações nem necessitava das tecnologias de captação de informações que os EUA hoje aplicam em quase todo o mundo. De fato,  o grau de traição ao País foi de tal ordem, que o Brasil ficou, em 1998, sem satélite próprio de telecomunicações, com a privatização da EMBRATEL, controlada pela MCI dos EUA.

Datam de longe as intervenções do governo dos EUA praticadas para abortar iniciativas capazes de contribuir para o desenvolvimento tecnológico do Brasil.  Nos anos 70 e 80, os EUA vetaram a importação de componentes estratégicos pela EMBRAER e causaram o fechamento da empresa ENGESA, que fabricava blindados, ao intervir junto à Arábia Saudita para cancelar um grande contrato.

Em consequência do modelo instituído no Brasil a partir de 1954 -  a que se atribuíram os falsos milagres de crescimento do PIB, pouco depois traduzidos em dívidas e estagnação - o  poder das transnacionais sobre o   mercado foi suficiente  para asfixiar as empresas privadas nacionais, matando, no ovo, as possibilidades de estas desenvolverem tecnologia.

Entre as intervenções diretas das potências imperiais (EUA à frente), avulta ter feito explodir o míssil da missão espacial brasileira, na base de Alcântara, matando no ato seus mais de 20 membros, no momento do lançamento.  Além disso, os  EUA pressionaram a Ucrânia para não transferir tecnologia ao Brasil, como prevê o acordo de cooperação espacial com esse país.

Os EUA arranjaram com o governo de FHC um acordo para a cessão da base de Alcântara para lançamentos,  altamente lesivo para nós, pois permite a construção de instalações e a entrada no País de equipamentos e efetivos das Forças Armadas da mais agressiva potência militar do mundo.

Com a saída do mega-entreguista FHC em dezembro de 2002, esse acordo esteve, até há pouco, parado no Congresso, tendo sido agora colocado na pauta de votações  do plenário da Câmara dos Deputados, o que confirma estar a atual presidente cedendo às pressões imperiais em questões vitais para a soberania do Brasil.

Outros atos  de submissão ocorrem com o petróleo.  Pelo menos três destes terão, se não forem revertidos, consequencias fatídicas para o País.

Primeiro, os leilões, em maio de 2013,  de campos de petróleo na plataforma continental, com reservas de 19 bilhões de barris,  na cotação atual, US$ 2 trilhões. Segundo: o anúncio de leilão para o campo Libra, na área do Pré-Sal, com reservas de 12 bilhões de barris.  As duas medidas envolvem mais de 30 bilhões de barris. 

Mormente nas condições infracoloniais do sistema tributário brasileiro, leiloar petróleo para empresas estrangeiras significa dar-lhes todo ele. Fora do Pré-Sal, o Brasil só recebe 10% de royalties sobre aquilo a transnacional declarar (o que ninguém confere). Não há impostos nem contribuições sobre a exportação.

Os agentes pagos e os enganados dirão que o Brasil obterá grande quantidade de divisas (moeda estrangeira).  Nós respondemos: quem recebe as divisas são os exportadores,  as petroleiras estrangeiras.

Estas venderão as divisas ao Banco Central, o qual, para pagá-las,   emitirá moeda nacional (reais) em quantidade assombrosa: quando estiverem exportando 3 milhões de barris/dia = 1.080 bilhões barris/ano,  serão cerca de US$ 356 bilhões,  o equivalente a 150% do total das atuais exportações do Brasil. Ao câmbio de R$ 2,2 por dólar, estamos falando de R$ 783 bilhões = 3,5 vezes o atual saldo médio da base monetária.

Então? Ou o Banco Central emitiria moeda, e as petroleiras estrangeiras ficariam com caixa para comprar todas as empresas, bancos e propriedades que quisessem no Brasil, ou emitiria títulos da dívida pública, dentro da tradicional política de enxugar a base monetária.

Neste caso, aumentaria, de golpe,  em 50% o estoque dos títulos da  dívida pública fora do Banco Central, e cresceria em 25% o absurdo serviço da dívida, que já consome quase metade das despesas da União. Com a dinâmica da composição dos juros, a explosão não demoraria.

Terceiro desastre com o petróleo: a deterioração das finanças da Petrobrás, decorrente das políticas antinacionais prevalecentes na ANP e na própria estatal, desde 1997, quando da instituição da Lei 9.478.

Nada melhor que ter uma empresa nacional responsável pelo abastecimento do País, a qual logrou êxitos notáveis na pesquisa e exploração (descobrindo enormes reservas), em contraste com os países que se entregam ao cartel anglo-americano.

Ora, a política brasileira dominada por interessados na inviabilização do desenvolvimento nacional, vem minando a (ex?) estatal, fazendo reduzir sua capacidade de investimento e, ao mesmo tempo, abrindo, sem a menor necessidade, ao cartel mundial as reservas por ela descobertas.

Com essa fieira de inesgotáveis danos ao País: 1) ele entrega a principal fonte de energia, tendente à escassez, do mercado mundial; 2) cria terrível inflação e torna ainda mais letal a dívida pública; 3) recebe dólares, com os quais nada pode fazer no exterior (os juros lá são desprezíveis, e as potências estrangeiras não vendem ativos produtivos estratégicos); 4) com a abundância de divisas para importar, agrava a desnacionalização e a desindustrialização, suas principais desgraças estruturais.

Mais uma capitulação, que leva o Brasil à ruína: a volta das elevações da taxa básica dos juros, SELIC. Neste ano, ela subiu de 7,25% para 8,5%, com o que caem as possibilidades de reduzir os gastos federais de R$ 753 bilhões, de  2012, com juros e amortizações das dívidas interna e externa = 43% das despesas totais da União.

Não há que crer nos artifícios contábeis das “autoridades monetárias”. Elas apresentam as despesas da dívida expurgadas de correção monetária, o que não é correto: quando você paga R$ 30 reis para almoçar, você está pagando R$ 30,00 mesmo; não há razão para deduzir a variação do  IGP-M no ano.

Outra coisa: não computam o que é pago por meio de títulos públicos, como se não tivesse sido pago: se um aplicador resgata  títulos  comprados há um ano, a juros de 15% aa., no valor de R$ 100 mi, e o Tesouro lhe paga, com novos títulos, R$ 115 mi, há que incluir  esta quantia na despesa, pois o título do Tesouro vale dinheiro e, além disso, rende juros.

Ademais, as autoridades não incluem no total os títulos do Tesouro em poder do Banco Central, cuja  maior parte circula entre o BACEN e os  bancos, nas operações de mercado aberto.

Os brasileiros são espoliados também pelos juros bancários, a taxas muito maiores que as abusivas pagas pelo Tesouro nos títulos públicos.  O crédito de pessoas físicas e jurídicas chegou a R$ 2,4 trilhões = 54% do PIB. Se calcularmos taxa média de 30% aa., a conta dos juros, fora a da dívida pública, é quase outro tanto: R$ 720 bilhões.

Mais importante, além de estar na origem de todos os males da economia e das finanças, é o que vai para o exterior de lucros escondidos das transnacionais, através de diversas contas do balanço de pagamentos. Eles vêm dos altíssimos preços que elas praticam aqui dentro: é o mesmo que um imposto, só que pago pelos brasileiros  às empresas transnacionais, em vez de ser pago ao governo, equivalente a outra carga tributária de 35% do PIB.

Do financiamento dos déficits externos resultantes das transferências em várias contas do balanço de transações com o exterior, resultou a dívida externa, e desta saiu a  dívida interna, quando faltaram divisas para servir aquela.  Em função disso, os engenheiros brasileiros não têm empregos, e não se desenvolve tecnologia no País. Ademais, as pessoas ficam até sem saber para que servem as matérias primas e o preço que deveriam ter.

Como reagem os governos que têm fingido governar o País? Dão dinheiro e crédito barato às transnacionais e a aquinhoados  em novas concessões públicas, como ocorre com o transporte, portos e aeroportos, estradas com pedágios abusivos etc.  E cortam impostos das transnacionais e outros concentradores.

Não reduzem, porém, os  tributos que recaem sobre os cidadãos. Ao contrário, estes são onerados adicionalmente pelos sobrepreços dos oligopólios, como aponto no parágrafo 28 acima, e se exemplifica com os bens industriais, de qualidade sofrível,  e, amiúde,  custando o dobro de seus congêneres no exterior. 


Adriano Benayon é doutor em economia e autor do livro Globalização versus Desenvolvimento.

10 comentários:

Anônimo disse...

Caro Adriano,

Muito esclarecedor sua aula sobre nossa decadência eminente, temos que pagar para mídia impressa colocar este seu artigo para que, urgentemente, se crie movimento popular contra este entreguismo lesa pátria. Será possível que nossa elite pensante não sabe ver a longo prazo ? Será que nunca vamos limpar de nosso DNA, nosso complexo de colônia ?

Anônimo disse...

Querido doutor, não os 'EUA' que estão espionando.

O povo americano está, também, sob vigilância constante.

Os sistemas de inteligência dos principais países do mundo, são controlados por um grupo poderoso, que elege e, se precisar, derruba presidentes.

Procure descobrir quem efetivamente espiona e não atribua isso a países inteiros que nada tem a ver com isso.

Unknown disse...

Adriano Benayon, professor, economista, a meu ver segue linha socialista/marxista de filosofia de pensamento, a qual considero uma das mais absurdas teorias econômicas, impossível de funcionar na prática pois meios de equivalência de trabalhos(moedas), não há como não existirem; socialistas/comunistas esquecem também que cada pessoa difere de outros humanos, uns apreciam a prosperidade, trabalham duro, outros preferem o lazer e vagabundagem assim cada um obtendo da vida bens e valores diferentes; uns apreciam o estudo, outros a ignorância, dessa forma não é justo compartir com todos os mesmo valores materiais, ter direitos ao usofruto do trabalho alheio.

Esse professor também martiriza-se e a seus leitores com uma contínua preocupação, a tal de 'oligarquia financeira transnacional; outras vezes a Inglaterra e outras nações são pregadas no madeiro como vilões, esquecendo que seres humanos tem um viés, a maioria pelo menos, de dominação de seu semelhante, seja um branco dominar outro branco, um negro dominar outro negro, um alemão dominar outro alemão e assim por diante; tal característica é que precisa de leis para mante-la dentro de parâmetros (leis) saudáveis, onde um não conte com direito para prejudicar ou molestar a quem quer que seja, mas qual Estado ou nação consegue isso, pois exemplos milenares provam que esse é um feito impossivel para Estados e nações. Tal feito só é possível de consecução quando cada cidadão conta com o direito a auto defesa, defesa de seus familiares, parentes, amigos e propriedades, além da defesa do Estado e nação; para isso o direito ao porte e uso de armas para tais fins sem o contrôle por parte de autoridades é imprescindível; mas baixo a sistemas conhecidos de govêrno tal como monarquias, parlamentarismo, republicas e ditaduras onde o Estado é que aplica leis, sempre de alguma forma leva a perda de segurança, de direitos, ameaças à integridade e opressão policial (exemplo brasileiro é bem claro nisso). Acrescente-se que concessão de direitos especiais a pessoas e organizações, direitos não concedidos a cidadãos comuns, sempre propiciam situações de corrupção e impunidades (dois pesos e duas medidas). Assim, não há governo que possa resolver essa situação a não ser baixo à vigência do Federalismo puro, integral, na Constituição e nos Estados como um todo.

Anônimo disse...

http://www.bibliotecapleyades.net/sociopolitica/esp_sociopol_illuminati_30a.htm


Plano do governo global para a destruição do Brasil por dentro e a reação dos brasileiros nos protestos


A Terceira Guerra Mundial tem de ser fomentada de forma a tirar vantagem das diferenças causadas pelos agentes Illuminati entre os Sionistas políticos e os líderes do mundo Islâmico.

Esta guerra tem de ser conduzida de forma a que o Islã (Mundo Árabe Muçulmano) e o Sionismo político (Estado de Israel) se destruam mutuamente.

Entretanto as outras nações, mais uma vez divididas nesta matéria, serão constrangidas a lutar até ao ponto de completa exaustão física, moral, espiritual e econômica.

Nós iremos então libertar os niilistas(os que não acreditam em ninguém) e os ateus(que não acreditam na existência de Deus),
e então iremos provocar um formidável cataclismo social em que todo o seu horror mostrará claramente a todas as nações as consequências do ateísmo absoluto
que é a origem da selvageria e da agitação sangrenta. (Algo já relatado pelo Gilberto Carvalho - Secretário da Presidência do Brasil em discurso no final do ano passado - 2012).
Vide: http://guerracivilbrasileira.blogspot.com/2013/01/agente-da-kgb-no-brasil-gilberto.html

Hoje as operações da PF já não conseguem esconder a “farra” realizada entre pareceres, licitações esquisitas, acordos discutidos entre quatro paredes e muito mais no Porto de Santos,
favorecendo a grupos em detrimento da ordem institucional, jurídica, moral e ambiental do País.

Então por todo os lado os cidadãos, obrigados a se defender eles próprios contra as minorias revolucionárias
(gays, quilombolas, mulheres, negros, idosos, crianças, adolescentes, sem-terra, ongs ambientalistas, índios, funcionários públicos, grevistas, etc),
irão exterminar esses destruidores da civilização e a multidão desiludida com o Cristianismo (que não tem nada a ver com a corrupção da igreja católica, protestante ou qualquer que seja) e com os espíritos a partir desse momento sem compasso ou direção, esperarão ansiosos por um ideal, mas sem saber para onde direcionar essa adoração,

Esta manifestação será resultado de um movimento reacionário geral no qual se seguirá a destruição da Cristandade e do ateísmo, ambos conquistados e exterminados ao mesmo tempo.

Aí irão receber a verdadeira luz da manifestação universal da doutrina pura de Lúcifer, trazida finalmente aos olhos do público.

Que pode se apresentar como um líder extraterrestre/alienígena ou um um chefe da ONU ou algo similar.

As massas, então, decepcionadas diante da ausência de reação das autoridades políticas e religiosas, serão levadas a um nível tal de desespero que destruirão o cristianismo e o ateísmo simultaneamente, destruirão o capitalismo e o socialismo, vagando sem direção em busca de um novo ideal. Somente aí então, segundo Albert Pike, " a verdadeira luz com a manifestação universal da doutrina pura de Lúcifer virá à tona. Os Illuminati apresentarão ao Mundo um novo líder capaz de devolver a paz e a normalidade ao planeta e todo o processo desembocará finalmente no Governo Mundial Global ou Nova Ordem Mundial.

Anônimo disse...

http://www.bibliotecapleyades.net/sociopolitica/esp_sociopol_illuminati_30a.htm


Plano do governo global para a destruição do Brasil por dentro e a reação dos brasileiros nos protestos


A Terceira Guerra Mundial tem de ser fomentada de forma a tirar vantagem das diferenças causadas pelos agentes Illuminati entre os Sionistas políticos e os líderes do mundo Islâmico.

Esta guerra tem de ser conduzida de forma a que o Islã (Mundo Árabe Muçulmano) e o Sionismo político (Estado de Israel) se destruam mutuamente.

Entretanto as outras nações, mais uma vez divididas nesta matéria, serão constrangidas a lutar até ao ponto de completa exaustão física, moral, espiritual e econômica.

Nós iremos então libertar os niilistas(os que não acreditam em ninguém) e os ateus(que não acreditam na existência de Deus),
e então iremos provocar um formidável cataclismo social em que todo o seu horror mostrará claramente a todas as nações as consequências do ateísmo absoluto
que é a origem da selvageria e da agitação sangrenta. (Algo já relatado pelo Gilberto Carvalho - Secretário da Presidência do Brasil em discurso no final do ano passado - 2012).
Vide: http://guerracivilbrasileira.blogspot.com/2013/01/agente-da-kgb-no-brasil-gilberto.html

Hoje as operações da PF já não conseguem esconder a “farra” realizada entre pareceres, licitações esquisitas, acordos discutidos entre quatro paredes e muito mais no Porto de Santos,
favorecendo a grupos em detrimento da ordem institucional, jurídica, moral e ambiental do País.

Então por todo os lado os cidadãos, obrigados a se defender eles próprios contra as minorias revolucionárias
(gays, quilombolas, mulheres, negros, idosos, crianças, adolescentes, sem-terra, ongs ambientalistas, índios, funcionários públicos, grevistas, etc),
irão exterminar esses destruidores da civilização e a multidão desiludida com o Cristianismo (que não tem nada a ver com a corrupção da igreja católica, protestante ou qualquer que seja) e com os espíritos a partir desse momento sem compasso ou direção, esperarão ansiosos por um ideal, mas sem saber para onde direcionar essa adoração,

Esta manifestação será resultado de um movimento reacionário geral no qual se seguirá a destruição da Cristandade e do ateísmo, ambos conquistados e exterminados ao mesmo tempo.

Aí irão receber a verdadeira luz da manifestação universal da doutrina pura de Lúcifer, trazida finalmente aos olhos do público.

Que pode se apresentar como um líder extraterrestre/alienígena ou um um chefe da ONU ou algo similar.

As massas, então, decepcionadas diante da ausência de reação das autoridades políticas e religiosas, serão levadas a um nível tal de desespero que destruirão o cristianismo e o ateísmo simultaneamente, destruirão o capitalismo e o socialismo, vagando sem direção em busca de um novo ideal. Somente aí então, segundo Albert Pike, " a verdadeira luz com a manifestação universal da doutrina pura de Lúcifer virá à tona. Os Illuminati apresentarão ao Mundo um novo líder capaz de devolver a paz e a normalidade ao planeta e todo o processo desembocará finalmente no Governo Mundial Global ou Nova Ordem Mundial.

Anônimo disse...

http://www.bibliotecapleyades.net/sociopolitica/esp_sociopol_illuminati_30a.htm


Plano do governo global para a destruição do Brasil por dentro e a reação dos brasileiros nos protestos


A Terceira Guerra Mundial tem de ser fomentada de forma a tirar vantagem das diferenças causadas pelos agentes Illuminati entre os Sionistas políticos e os líderes do mundo Islâmico.

Esta guerra tem de ser conduzida de forma a que o Islã (Mundo Árabe Muçulmano) e o Sionismo político (Estado de Israel) se destruam mutuamente.

Entretanto as outras nações, mais uma vez divididas nesta matéria, serão constrangidas a lutar até ao ponto de completa exaustão física, moral, espiritual e econômica.

Nós iremos então libertar os niilistas(os que não acreditam em ninguém) e os ateus(que não acreditam na existência de Deus),
e então iremos provocar um formidável cataclismo social em que todo o seu horror mostrará claramente a todas as nações as consequências do ateísmo absoluto
que é a origem da selvageria e da agitação sangrenta. (Algo já relatado pelo Gilberto Carvalho - Secretário da Presidência do Brasil em discurso no final do ano passado - 2012).
Vide: http://guerracivilbrasileira.blogspot.com/2013/01/agente-da-kgb-no-brasil-gilberto.html

Hoje as operações da PF já não conseguem esconder a “farra” realizada entre pareceres, licitações esquisitas, acordos discutidos entre quatro paredes e muito mais no Porto de Santos,
favorecendo a grupos em detrimento da ordem institucional, jurídica, moral e ambiental do País.

Então por todo os lado os cidadãos, obrigados a se defender eles próprios contra as minorias revolucionárias
(gays, quilombolas, mulheres, negros, idosos, crianças, adolescentes, sem-terra, ongs ambientalistas, índios, funcionários públicos, grevistas, etc),
irão exterminar esses destruidores da civilização e a multidão desiludida com o Cristianismo (que não tem nada a ver com a corrupção da igreja católica, protestante ou qualquer que seja) e com os espíritos a partir desse momento sem compasso ou direção, esperarão ansiosos por um ideal, mas sem saber para onde direcionar essa adoração,

Esta manifestação será resultado de um movimento reacionário geral no qual se seguirá a destruição da Cristandade e do ateísmo, ambos conquistados e exterminados ao mesmo tempo.

Aí irão receber a verdadeira luz da manifestação universal da doutrina pura de Lúcifer, trazida finalmente aos olhos do público.

Que pode se apresentar como um líder extraterrestre/alienígena ou um um chefe da ONU ou algo similar.

As massas, então, decepcionadas diante da ausência de reação das autoridades políticas e religiosas, serão levadas a um nível tal de desespero que destruirão o cristianismo e o ateísmo simultaneamente, destruirão o capitalismo e o socialismo, vagando sem direção em busca de um novo ideal. Somente aí então, segundo Albert Pike, " a verdadeira luz com a manifestação universal da doutrina pura de Lúcifer virá à tona. Os Illuminati apresentarão ao Mundo um novo líder capaz de devolver a paz e a normalidade ao planeta e todo o processo desembocará finalmente no Governo Mundial Global ou Nova Ordem Mundial.

Anônimo disse...

http://guerracivilbrasileira.blogspot.com/2013/01/agente-da-kgb-no-brasil-gilberto.html

Fernando Carvalho disse...

Parabéns pelo artigo Adriano Benayon. Escreva outro dizendo quais são os dez bancos estrangeiros que fazem o papel de agiotas do Brasil. Dispendendo 43% das economias do país para pagar esses agiotas. E ainda ajudando eles com o aumento da taxa selic é dose. Nesses 750 bilhões está o dinheiro que o país precisa para investimento em infraestrutura, educação, transporte, ciência, etc.
Enquanto isso FHC acha que não precisamos de um projeto de país. Custo a acreditar que ele tenha dito isso. Se nós não cultivarmos um projeto de país, o capital internacional continuará implementando o projeto de país que eles têm para o Brasil.

Anônimo disse...

Ao moderador do blog,

Vamos ficar ligado, como deixar o post do dark angel entrar neste blog, que lixo, já tinha visto este debilóide pela internet não tem evolução fica só neste texto perpetuando nestes espaços que não tem filtro de qualidade.

Anônimo disse...

Tem gente que nem sabe discutir e quer censurar...