quarta-feira, 23 de julho de 2014

Pequeno Grupo de Facínoras


Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Carlos I. S. Azambuja

Você escreveu na sua coluna que o DOI/CODI da rua Barão de Mesquita era composto por um pequeno grupo de facínoras..
Não! Você está equivocado.

O DOI era composto por um pequeno grupo de militares e civis, mandados para lá, constitucionalmente, para defender a Pátria de um pequeno grupo de facínoras, que já em 1966, em Recife, com a bomba colocada no Aeroporto, iniciaram o terrorismo, os seqüestros de pessoas e de aviões e os justiçamentos de seus próprios companheiros.

Antes, muito antes, em 1961, um outro pequeno grupo de facínoras., ainda no governo constitucional de João Goulart, foi mandado à China receber treinamento de terrorismo.

O que esse pequeno grupo de facínoras, a que Você se referiu, fez, não foi mais do que defender a Pátria do terrorismo comunista,que matou o Soldado Mario Kosel Filho, o Cap Chandler, o Capitão da PMSP, no Vale da Ribeira (assassinado a coronhadas), os policiais federais que davam segurança a dois embaixadores seqüestrados, e que matou a título de justiçamento. vários de seus próprios companheiros.

Muitos dos que seqüestraram, jogaram bombas, mataram ou somente pegaram em armas (como a presidentA), hoje estão aí, desempenhando cargos públicos bem remunerados, depois de anistiados e recompensados financeiramente. Enquanto isso, a família do Soldado Mario Kosel recebe 350 reais por mês, segundo a imprensa.

É verdade o que escrevi acima?

Quero ver se no dia 26 de junho, data do assassinato do Soldado Mario Kosel Filho pela organização terrorista da qual fazia parte a atual presidentA, você irá lhe prestar alguma homenagem em sua coluna de fofocas.
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Mensagem de Eduardo Cruz:

Como sempre, o Prof. Azambuja pôs o dedo na ferida. Parabéns. Quanto a Ancelmo Góes, é bom lembrar que ele confessou ter sido recrutado pela KGB nos anos 70, conforme consta nessa entrevista que ele concedeu ao Jornal da Associação Brasileira de Imprensa. “Eu vivi por algum tempo com o nome falso de Ivan Nogueira. Porque estávamos na ditadura militar e a gente só conseguia ir para a Rússia, protegido pela KGB. Foi este órgão que me deu uma identidade falsa, com retrato, e me transformou numa outra pessoa. Em seguida, eu fui para uma escola comunista para jovens, a Escola de Formação de Jovens Quadros, Konsomol, do Partido Comunista da União Soviética, onde eu estudei sobre o marxismo e o leninismo”.

(Fonte: Jornal da ABI, n° 343, julho/2009, pp. 20-25). Uma vez agente da KGB, sempre agente da KGB.

Carlos I. S. Azambuja é Historiador. Carta enviada ao jornalista Alcelmo Gois, colunista de O Globo.

2 comentários:

Ronald disse...

Há muito tempo que vomito lendo aquele pastiche de jornalismo que esse pequeno mentecapto insiste em chamar de jornalismo. Mas continuo lendo para aprender como o ser humano pode valer menos que merda de cachorro ou gato.
Eu ando doido para esbarrar com esse babaca nas ruas do Rio de Janeiro porque vou provoca-lo até além dos limites. Quero ver se ele será tão valente como o é em suas colunas diárias repletas de babaquices e idiotices, tal e qual o babaca e idiota que a escreve.

Esse babaca também tem uma curríola de jornalistazinhos de m a soldo da esgotosfera PTralha e os vagabundos não publicam nada que possa atentar contra a "moral" ( como se esse fdp tivesse alguma...) do abjeto e bastardo cachaceiro sindicanalhista e muito menos de sua cadelinha maoísta de estimação, a dentuça semianalfabeta que não diz coisa com coisa.

É nas mãos dessa gentalha vagabunda e escrota que o Brasil foi entregue quando o poveco podre inventou de eleger um filho de cadela vagabunda, um pária nordestino que poderia bem ter perecido de fome ou sede no Nordeste maravilha.

Brasil, um país escroto !

Loumari disse...

Caro Ronald, você não vai provocar a ninguém baixo nenhum pretexto. Seria o colmo de você cair mais baixo que ele não acha? Esta gente mais se lhes dá importância, mais se afirmam e ganham em existência e notoriedade. E o dia que você se confrontar a ele, não exclui a ideia que ele vai so abanar a cabeça e com um sorrir irônico vai dizer: mais um louco. Você acha mesmo que vale um trato assim? A melhor maneira de tirar a existência a alguém, é de ignora-lo. Cre-me que ninguém suporta a ideia de ser ignorado. Ser ignorando é como se já não fosses visível.