sábado, 23 de maio de 2015

A Pantaneira tapa o sol com a peneira


Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Carlos Maurício Mantiqueira

Temos procurado com humor, tratar de coisas seríssimas.

Hoja a proposta é, com serierade, falar de coisas cômicas, se não fossem trágicas.

O modelo rentista fracassou. Os bancos buscarão se apropriar de todo o dinheiro que o estado lhes proporcionar, até o colapso total.

Papel-moeda é papel pintado. As pessoas preferem as notas emitidas por países que tem governos sérios ou quase.

Há muitos anos dois jovens brasileiros foram a Paris para estudar.

Sem falar nada de francês, depois de alguns dias de abstinância resolveram ir a um bordel onde trabalhava uma brasileira.

Dividiram o taxi na ida. Para dividir na volta, o que terminou primeiro ficou esperando na recepção.

De repente ouviu gritos:” Enfia! Enfia! “(vocês sabem onde).

Quando já estavam no caminho de volta, o primeiro perguntou: “ Que sorte você teve com a gata fogosa!”

Respondeu o outro:” Que nada; só perguntei se podia pagar em cruzeiros.”

A Anta tentará o ajuste. Custe o que custe.


Carlos Maurício Mantiqueira é um livre pensador.

3 comentários:

Loumari disse...

Falando da Biblia, tenho eu aqui postado a Palavra de Deus para que a gente se instrui, para que saiam das trevas, mas, a reaçao deste povo imundo tem sido da mais abominaveis. Vêem o mal dos dirigentes mas o mal està generalizado na toda a sociedade brasileira. O que eu tenho constatado do povo brasileiro nao tem equivalente pelo mundo fora.
Sinto muita pena pelos filhos de Deus de Israel que estao entre este povo imundo! Mas, as coisas ja estao chegando ao seu termo. Nao se riam a gente quando o Noé contruia a arca??? O mesmo acontece com estes imundos que nao cessam de injuarem-nos e proferir injurias ao Deus de Israel.

Loumari disse...

Um País de Canalhas

Nós somos um país de «elites», de indivíduos isolados que de repente se põem a ser gente. Nós somos um país de «heróis» à Carlyle, de excepções, de singularidades, que têm tomado às costas o fardo da nossa história. Nós não temos sequer núcleos de grandes homens. Temos só, de longe em longe, um original que se levanta sobre a canalhada e toma à sua conta os destinos do país. A canalhada cobre-os de insultos e de escárnio, como é da sua condição de canalha. Mas depois de mortos, põe-os ao peito por jactância ou simplesmente ignora que tenham existido. Nós não somos um país de vocações comuns, de consciência comum. A que fomos tendo foi-nos dada por empréstimo dos grandes homens para a ocasião. Os nossos populistas é que dizem que não. Mas foi. A independência foi Afonso Henriques, mas sem patriotismo que ainda não existia. Aljubarrota foi Nuno Álvares. Os descobrimentos foi o Infante, mas porque o negócio era bom. O Iluminismo foi Verney e alguns outros, para ser deles todos só Pombal. O liberalismo foi Mouzinho e a França. A reacção foi Salazar. O comunismo é o Cunhal. Quanto à sarrabulhada é que é uma data deles. Entre os originais e a colectividade há o vazio. O segredo da nossa História está em que o povo não existe. Mas existindo os outros por ele, a História vai-se fazendo mais ou menos a horas. Mas quando ele existe pelos outros, é o caos e o sarrabulho. Não há por aí um original para servir?

Vergílio Ferreira, in 'Conta-Corrente 2'

Loumari disse...

Nenhum escritor pode criar do nada. Mesmo quando ele não sabe, está usando experiências vividas, lidas ou ouvidas, e até mesmo pressentidas por uma espécie de sexto sentido.
"Erico Verissimo"
Brasil 17 Dez 1905 // 28 Nov 1975
Escritor