terça-feira, 3 de setembro de 2019

O pervertido abuso da ordem democrática para minar esperança, progresso e liberdade no Brasil



Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Sérgio Tasso Vásquez de Aquino

A partir de 1990, a conjuntura nacional passou a deteriorar-se progressivamente, pela crescente influência de forças antagônicas aos Objetivos Nacionais nos Três Poderes da República, que se foram afastando cada vez mais da busca pela realização do Bem Comum, que deveria ser seu propósito principal.

O fator gerador pode ser encontrado nos trabalhos da Assembleia Nacional Constituinte, que foi dominada por facção figadalmente contrária ao regime militar, encerrado voluntariamente em 1985, e visceralmente revanchista em seu espírito, alinhada com a ideologia de esquerda, vencida em 1964 e na luta armada desatada por seus seguidores nos anos subsequentes, que nunca renunciou ao projeto de escravizar o País sob o cruel jugo vermelho, causador de cem milhões de mortes e de tanto sofrimento no mundo inteiro, e com os projetos de dominação, neocolonialistas, dos centros mundiais de poder político e econômico, que visavam ao domínio/controle do Brasil e à usurpação de suas incomensuráveis riquezas, para usufruto próprio e prejuízo do povo brasileiro.

Ver, como exemplo, o filme “Primeiro eles mataram meu pai” (“First they killed my father”), na Netflix, sobre as aterradoras atrocidades do khmer vermelho contra o povo do Camboja, na sequência da Guerra do Vietnam, do Laos e do Camboja.
A Constituição decorrente, plena de direitos e falha em deveres, foi, também, estimuladora de desagregadoras divisões raciais num país que sempre servira de harmônico exemplo para o mundo de fraternidade entre etnias diferentes. Desde o início, tentou criar limitações às Forças Armadas, pelo acolhimento da imposição de origem externa da criação do Ministério da Defesa, a que pessoalmente, por ordem do Ministro da Marinha de então, como Representante da Força Naval perante a Assembleia Nacional Constituinte, e falando em nome das Três Forças Armadas e do Estado-Maior das Forças Armadas, tive a felicidade de opor-me, com sucesso, usando a doutrina tradicional da Marinha e argumentação política de minha própria lavra, na Subcomissão de Defesa do Estado e da Sua Segurança. Desse modo, não constou a criação do Ministério da Defesa no texto da Constituição aprovada em 1988.

Na prática, contudo, desde 1990 foram os sucessivos governos federais impondo restrições aos necessários reaparelhamento, modernização, fortalecimento das Forças Armadas, num mundo marcado de conflitos e guerras localizados, e reduzindo a remuneração dos militares, até hoje condenados, juntamente com os funcionários civis do Plano de Classificação de Cargos- PCC, que conosco trabalham pela Segurança da Pátria, aos mais baixos patamares entre as chamadas carreiras do Estado. Sei muito bem, porque contra tudo isso, também, pessoalmente e com todo o empenho, me venho batendo por todos estes anos, desde quando ainda no Serviço Ativo, na condição de Diretor do Pessoal Civil da Marinha e, depois, de Vice-Chefe do Estado-Maior das Forças Armadas.

Finalmente, Fernando Henrique Cardoso criou o Ministério da Defesa, retirando dos militares seu papel de protagonistas na Política Nacional, como autêntico Poder Moderador da República, inibidor de comportamentos e ações lesivas aos Objetivos Nacionais por parte de outros segmentos dotados de poder, mas desviados dos deveres para com a Terra, a Gente e as Instituições Pátrias, do Estado e da sociedade. De certa forma, passaram a ser apenas observadores atentos e preocupados pela cada vez mais deteriorada situação nacional, esperando que os mecanismos democráticos e as forças políticas fossem capazes de resgatar o Brasil para os caminhos dos seus grandes destinos.

A partir do governo FHC, igualmente, passou a assumir expressão crescente a atuação de criminosos de alto coturno, vendilhões e traidores da Pátria, nos ambientes político, econômico-empresarial, de comunicação social, artístico, etc., contaminando Executivo e Legislativo pela prática do “toma lá, dá cá” e pela crescente liberdade concedida aos bandos do MST e o incentivo do pagamento das “indenizações” aos terroristas e guerrilheiros.

Com o acesso do PT ao poder, todos os males foram ampliados de forma exponencial, aparecendo o câncer da corrupção sem igual no mundo, exemplificada por “mensalão”, “petrolão”, “bndesão” e outros que tais, que certamente serão desvelados, e destinada a roubar recursos essenciais para Desenvolvimento e Segurança e a carreá-los para a subversão vermelha e as algibeiras dos seus próceres, reconhecidamente muito pobres em suas origens, e para a destruição programada das bases psicossociais, da educação, da segurança, das instituições fundamentais da sociedade, via a prática solerte, continuada e diuturna do gramscismo.

Afastados o PT e seu nefasto viés ideológico do poder, com o impeachment de Dilma Rousseff, a despeito da esperança de melhoria acentuada no ambiente ético-moral, continuaram as práticas lesivas ao Erário e ao Bem Comum, revelando-se a generalização da corrupção pelo envolvimento de partidos e políticos de todas as cores e matizes, com comprometimento de Executivo, Legislativo, nos três níveis administrativos e, já agora, e infelizmente, do próprio STF, guindado a decidir todas as questões, pela falência dos outros poderes, mas influenciado, em seus julgamentos, pela inclinação ideológica e submissão aos interesses dos presidentes que os indicaram por parte de número crescente dos Ministros.

Não se acreditava mais em solução eleitoral para o País, quando surgiu o inesperado fenômeno Bolsonaro, que galvanizou a aspiração nacional pela salvação do Brasil da miséria moral e física que dele ameaçava tomar conta. Assumiu a Presidência da República com o apoio de 58 milhões de brasileiros, representando as multidões que, desde 2013 e, com ênfase maior, desde 2015, tomaram conta das ruas, praças e avenidas, Brasil afora, clamando pelo fim da corrupção e da influência nociva do PT sobre o governo e a Nação!

A despeito da intensa renovação das Duas Casas do Congresso e dos governos e legislativos estaduais, nas eleições de 2018, inclusive pela consagração popular de candidatos que apenas surfaram a onda tsunâmica do prestígio de Bolsonaro, continuam as práticas nocivas no Congresso, com o predomínio dos velhos caciques e de novos que rezam pela antiga e bastarda cartilha, que se opõem, obstaculizam e impedem qualquer e toda ação moralizadora e reformadora do governo. No STF, é crescente a tendência de libertar condenados em segunda instância, além do número assustador de concessões de habeas-corpus a presos por corrupção contra o Erário.

O clímax da trama de transformar heróis em vilões e vilões em heróis ocorreu agora, com a tentativa de agente externo com fins inaceitáveis, apoiado em atividades ilegais, criminosas de hacker, de tisnar a reputação do Ministro Sergio Moro e do Procurador-Chefe da Lava-Jato em Curitiba, por tempestade em copo d’água, pois nada de errado houve nos diálogos trocados, que vêm sendo escandalosamente explorados pelos amigos do caos, contudo, na imprensa engajada, no Congresso, em círculos também engajados do Judiciário, na OAB, etc, com o visível propósito de atrapalhar e paralisar o governo na luta anticorrupção.

As faculdades, garantias, liberdades ensejadas pela Democracia, e somente existentes sob o império desse regime, pois, continuam a ser abusadas por criminosos, vendilhões e traidores, para tentar destruir a alma nacional e acorrentar o Brasil a senhores estranhos, neocolonialistas exploradores de outras plagas, ou seguidores fanáticos da ideologia espúria, que sonham em impor escravidão e morte aos tristes povos conquistados, para ”aperfeiçoá-los”...

A audácia dos maus não tem limites? Não ouvem os clamores das ruas, a voz do povo, fonte legítima e original da soberania e do poder? Desprezam a atitude firme das legiões comprometidas com a Pátria, com a defesa da Ordem, do Progresso, da Paz Social, da Democracia, da Integridade do Patrimônio Nacional, da Integração e da Soberania Nacionais, do Bem Comum, enfim?

QUE TENHAM JUÍZO, ACEITEM QUE O TEMPO DE EXPLORAÇÃO E DESTRUIÇÃO IMPUNES DO BRASIL JÁ PASSOU, E DEIXEM OS BONS TRABALHAREM EM PAZ, CONSTRUINDO O BEM QUE REVERTERÁ EM BENEFÍCIO DE TODOS!
OU QUE EMIGREM, DEIXANDO AQUI OS HAVERES MAL HAVIDOS E DEPOIS DE PAGAREM AS PENAS DE RECLUSÃO DEVIDAS À JUSTIÇA, PARA SUAS TERRAS DO CORAÇÃO, CUBA, VENEZUELA, NICARÁGUA, CORÉIA DO NORTE, AMÉRICA DO NORTE, EUROPA, ÁSIA, ÁFRICA, OCEANIA... POIS BRASILEIROS É QUE NÃO SÃO!

Sérgio Tasso Vasquez de Aquino é Vice-Almirante, reformado.

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