sexta-feira, 4 de outubro de 2019

A preocupação de brasileiros atentos



Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Guilhermina Coimbra

Os brasileiros atentos são bem mais do que jamais alguns – inadvertidamente - poderiam imaginar.

Preocupam-se com a grave situação na Área Militar, por exemplo, face à demonstração explícita do atual Governo - demonstrativa da  preferência em continuar dando carta branca para destruir o Estado brasileiro - e entregar aos amigos do "mercado" as estatais brasileiras estratégicas.

Entendem que as necessidades das Forças Armadas urgentemente necessitam ser revertidas, neutralizadas, dirimidas.

Para a sobrevivência da soberania do Brasil é considerada prioridade vital e absoluta a denúncia do Tratado de Não Proliferação Nuclear/TNP.

O TNP é considerado ajuste de “Lesa Pátria”, significa ajuste de “Lesa Brasil”, significa acordo de Lesa Contribuintes de direito e de fato do Brasil.

Para aqueles que não se lembram, o TNP é o tratado internacional no qual o Brasil se compromete a não dar destinação utilitária – isto é, o Brasil se compromete a não dar destino útil, ou seja, o Brasil assume o compromisso de não utilizar os minérios nucleares, que jazem no subsolo do território brasileiro - em benefício próprio.

O TNP impede o Brasil – dos contribuintes de direito e de fato do Brasil – de se defender e de se garantir, face às ameaças das grandes potências militares.

Mas, ocorre que o Brasilzão – cujos governantes são mantidos pelos contribuintes de direito e de fato do Brasil - não pode mais continuar a ser impedido de se defender, por culpa de péssimos tratados internacionais, assinados por deslumbrados representantes brasileiros “da vez”, completamente ignorantes, pouco inteligentes (nas melhores hipóteses) sobre os verdadeiros interesses dos residentes no Brasil.

Repita-se, até a exaustão, que tais interesses, absolutamente, não podem mais continuar a ser confundidos com os interesses de seus eventuais representantes.

Assim, é de se esperar que o Governo brasileiro seja bem informado sobre o fato de que denúncia de tratado internacional não é e nem jamais foi considerada delito internacional e denuncie todo e qualquer acordo internacional prejudicial aos interesses dos contribuintes de direito e de fato do Brasil.

A denúncia de tratado internacional é aceita, respeitada e bem acatada em todos os foros internacionais de Direito (ONU/Organização da Nações Unidas, OEA/Organização dos Estados Americanos, OMC/Organização Mundial de Comércio, entre outros).

Concomitantemente à denúncia – mais do que justa – dos dispositivos maquiavélicos que impedem o Brasil de ostentar o brilho e a altivez comparáveis ao do Irã, por exemplo, o governo brasileiro tem que providenciar imediatamente, “para ontem”, dizem os brasileiros acompanhando atentamente os dispositivos maquiavélicos que atravancam o desenvolvimento do Brasil.

O governo brasileiro tem que se sentir orgulhoso de ter tido o privilégio de governar uma população inteligente, observadora e atenta, à atuação de como está sendo conduzida a segurança da soberania do Brasil.

Pesquisar e fazer o melhor – em termos de segurança – é o mínimo esperado da atuação governamental.

Os brasileiros atentos – muito mais do que se possa imaginar – entendem, perfeitamente, também, que a prioridade vital da sobrevivência soberana do Brasil depende de se reverter, neutralizar e dirimir as necessidades das Forças Armadas do Brasil.
Inadmissível aceitar que as Forças Armadas do Brasil sejam vilipendiadas por ignorância, na melhor das hipóteses...

O entendimento lógico dos brasileiros atentamente esclarecidos, face ao que foi recentemente descontingenciado para a Defesa – 1,65 bilhões de reais, no mínimo – é o de impulsionar, para ontem, se não todos, pelo menos, alguns dos seguintes itens vitais para o alcance do binômio “DISSUASÃO EXTRA REGIONAL-DEFESA ANTI ACESSO” do seguinte modo:

- denunciar o Tratado de Não Proliferação Nuclear/TNP, porque é composto de dispositivos maquiavélicos e de ajustes que impedem o Brasil de se desenvolver, utilizando a energia nuclear, cujos minérios nucleares-urânio, nióbio, tório, berilo e outros-jazem no território brasileiro;

- mísseis balísticos de cruzeiro com alcance mínimo de 1500/2500 km, para abater inimigo bem distante do litoral/costa, dissuadindo o desembarque;

- minas/armadilhas, sensores/explosivos remotos de percussão à distância e “RPG”, à farta, para as unidades  do CMA e adestramento de civis;

- “navios de escolta” que tenham poder de fogo compatível(MÍSSEIS DE CRUZEIRO),dissuasório para abater inimigo ainda em deslocamento para o Atlântico Sul;

- submarinos sem capacidade de lançar mísseis na posição de submersos devem adquirir as mesmas condições dos “grandes bucaneiros navais”;

- presença da Força Aeronaval em bases ao longo do litoral/costa, substituindo –sem gastos– os aeródromos perdulários;

- manter Força Aeronaval decolando com Caças F5 cedidos pela FAB, no mínimo, até a MB receber os “GRIPEN”;

- revitalização da fabricação em massa das viaturas plataformas de “Astros II” para vetores de respeito VDR-1500/2500 km;

- distanciamento atual, tirânico, do litoral, dos meios de artilharia “Astros II”, exigindo cerrar para a costa os vetores de respeito VDR-1500-2500km;

- suspensão dos Cursos no CIGS para militares alienígenas das FFAA dos “Grandes Predadores Militares”(Membros Permanentes do CS/ONU);

Eis a pesquisa, cujo objetivo é o de informar sobre tema de interesse, relativo à segurança dos nacionais e estrangeiros residentes no Brasil.

Guilhermina Coimbra, Professora e Advogada, é Presidente do Instituto Brasileiro de Integração das Nações-IBIN e Membro da International Nuclear Law Association/INLA/Bruxelas, Bélgica, desde 1979; Mestrado em Direito e Desenvolvimento/Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro/PUC/RJ, Brasil; Doutorado em Direito e Economia/UGF/Rio de Janeiro, Brasil; Professora-Adjunto de Direito Constitucional, Teoria Geral do Estado, Direito Internacional, Instituições de Direito Público e Privado, Legislação Profissional e Social, da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro-UFRRJ, Brasil, 1988-2012, Participações em Livros de direito Internacional, das Editoras, Quartier Latin e Saraiva. E.mail: coimbra@ibin.com.brr Home page: www.ibin.com.br

Um comentário:

Unknown disse...

Palavras são palavras, nada mais que palavras...Às armas, cidadãos!