segunda-feira, 30 de março de 2020

Pink Freud e o batedor de panela solitário


Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net
Por H. James Kutscka

É triste dar-se conta do que, pelo menos três décadas de governos de esquerda,fizeram com toda uma geração.

Jovens que não foram apenas “Gramscizados”, mas como se não bastasse, “Paulofreirizados”.

A maioria deles aboliu a letra “L” do abecedário; surgiram então pérolas como, “o homem mais honesto do praneta,” “prataforma”, “probrema”, que talvez fosse o menor dos problemas, não fosse o resto.

Não resta dúvida, de que o “muar de São Bernado” fez seguidores.

São os mesmos jovens que acreditaram em Celso Amorim, quando esse, como Chanceler do anteriormente citado muar, declarou do alto de sua ignorância, que não seria mais necessário saber inglês para entrar no Itamaraty.

À época podia até ser verdade, talvez fosse de maior interesse para o governo, e o bom andamento das maracutaias saber falar Suaíli ou o Crioulo Haitiano, também conhecido como Cubanês, ou mesmo o,Taíno, língua nativa dos índios Ciboneys da ilha de Cuba.

São esses os gênios que acham que, Macbeth é o banheiro do McDonald´s, (como com muita propriedade diz meu amigo Pedrinho) e que Sigmund Freud é o nome completo do líder da banda Pink Floyd.

Para minha ”alegria” diária, um desses gênios vive  aqui no bairro de Higienópolis,  em um prédio de classe média alta, bem em frente  ao meu.

Desde que começou o isolamento decretado pela crise do Covid 19, ele me dá o “prazer”, de toda noite no justo horário em que o Jornal Nacional da Globo começa a meteção de lenha no presidente, executar um patético e solitário solo de panela.

Para não dizer que está sozinho em seu protesto, a resposta a sua performance vem logo em seguida, de algum lugar em baixo ao longe: Fora Bolsonaro! Ouço  zurrar algum parceiro seu.

Acabou-se a mamata.  A ordem então, é botar na conta do atual presidente tudo que de ruim acontecer, inclusive o vírus Chinês.

À medida que o tempo foi passando, não vendo resultado nenhum com seu desvairado protesto, a volúpia pela panela também foi esvanecendo. Quanto mais batem mais forte fica o homem no Planalto.

Sei que não vai adiantar de nada, mas aí vão alguns números para a juventude ignara, discipula do “muar”.

E atenção, não vou falar de economia e roubos perpetrados contra nossa nação, como a refinaria de Pasadena e o porto de Mariel em Cuba (para citar apenas dois).

Nem dos globalistas, que através do ex-premier britânico Gordon Brown, pedem que se crie um governo global  com poderes executivos, para  combater a pandemia. Primeiro passo para objetivos mais amplos.

O tema em questão será: mortes no Brasil

Até o momento em que escrevo este artigo, desde o começo da pandemia, 114 mortes eram contabilizadas como devidas ao vírus,  ( contando aí mortes que obedecendo a ordem  do governador do estado, que em não se tendo certeza da causa do óbito, estas deveriam ser contadas como causadas pelo vírus, mortes sendo  utilizadas como cacife político).

Então vamos lá: - No nosso país, mais de 60 mil pessoas morrem por ano por falta de segurança pública.

Outros 50 mil em acidentes de trânsito (radares e restrições de velocidades não salvam a vida de ninguém, somente enchem os bolsos de políticos corruptos).
Dengue, H1 N1, Zika e Chikungunya, matam 253 mil brasileiros por ano, a bagatela de 693 por dia.

Mas nada disso causou a comoção e o pânico que hoje é alimentado à diário pelos canais de TV.  Como os números acima mencionados vem acontecendo desde os governos passados, não interessa à mídia corrompida.

Então vão se acostumando com o jeitão do presidente; ele veio para ficar, pelo menos dois mandatos.

Votamos nele para fazer exatamente o que está fazendo.

O fã do Pink Freud está com um “probrema”, e não é de batuque, daqui para frente vai ter de trabalhar.

H. James Kutscka é Escritor e Publicitário.

Um comentário:

aparecido disse...

O L é usado pelos chineses.. blava gente blasileila......chines de pastel com flango não existe mais...