sexta-feira, 20 de março de 2020

Vírus made in communist China – Xeque-mate na economia mundial


Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Félix Maier

Quebradeira na economia mundial. Miséria à vista. O banco JP Morgan prevê uma retração econômica dos EUA em 14%, neste ano.

Tudo graças ao regime totalitarista chinês, sem moral, sem escrúpulos, incubadora de vírus um atrás do outro, deixando de tomar providências imediatas, com transparência. SARS, gripe aviária etc. O que mais vem por ai? Quando ocorrerá o próximo surto?

Os países afetados deveriam mandar a conta do prejuízo à China, que ficará impune diante de tamanho crime contra a humanidade, por não ter tomado medidas preventivas imediatas, quando foi alertada por um médico chinês, que levou bronca dos comissários do povo, e que acabou morrendo da doença - ou foi morto pelos comunas, nunca se saberá.

Essa falta de transparência nos remete imediatamente ao desastre da usina nuclear de Chernobyl, quando milhares de vidas foram sacrificadas devido à inércia do governo soviético em evacuar a população local e alertar os países vizinhos, querendo esconder criminosamente algo que não foi possível esconder.

A mesagem que o deputado Eduardo Bolsonaro postou no Twitter sobre o assunto é de uma clareza e concisão irretocáveis, por mais que o embaixador chinês em Brasília esperneie, querendo censurar uma declaração de um simples deputado brasileiro. O sujeito acha que está lidando com os agentes secretos chineses, impondo à população chinesa o que bem entende o totalitário Partido Comunista Chinês.

O Presidente Donald Trump está correto em chamar o novo coronavírus de "vírus chinês". Afinal, foi fabricado lá, provavelmente devido à negligência sanitária nas feiras de animais. Um diplomata chinês teve a petulância de acusar os americanos de terem plantado o COVID-19 em Wuhan - cfr. https://www.cnn.com/2020/03/13/asia/china-coronavirus-us-lijian-zhao-intl-hnk/index.html.

O pior de tudo é que os principais países do mundo não podem sequer exigir reparações financeiras, nem o Brasil, por terem se tornado reféns dos malditos comunistas no que se refere à Economia. Nem exercer retaliações que o caso merece. Quase tudo, hoje, é fabricado naquele país. Empresas do mundo todo foram para lá. A China é o maior parceiro comercial do Brasil, com as vitais exportações do agronegócio. Como enfrentar judicialmente essa questão, se as principais economias dependem da China para sua própria sobrevivência, inclusive nosso País?

O ano de 1991 foi um annus mirabilis, no dizer do embaixador, escritor e pensador brasileiro José Osvaldo de Meira Penna, com a dissolução da União Soviética, trazendo esperança ao mundo democrático.

O século XXI, infelizmente, traz nova ameaça global comunista, em que o Império Comunista Chinês conseguiu fazer toda a humanidade de refém. Será esse modelo político totalitário a se tornar predominante no futuro?

Cabe às nações democráticas do mundo inteiro rever nas próximas décadas as relações com a China, de modo a não perpetuar essa chantagem comercial agora exercida maquiavelicamente pelo totalitarismo comunista.

Nota:

Uma cronologia do "Chernobyl chinês" pode ser visto no link https://twitter.com/rodrigodasilva/status/1240047904183721984?s=19.

Félix Maier é Capitão reformado do EB.

Um comentário:

aparecido disse...

AS relações comerciais não podem vir acompanhadas de dominio politico nem emergencias sanitarias...a China quer um novo colonialismo a moda do século XIX ???? e a vergonhosa submissão do parlamento brasileiro ficando de 4 os presidentes da camara e do Senado perante aos comunistas chineses...Não precisamos da China.. vivemos 500 anos sem eles e podemos continuar assim...eles que fiquem com a peste chinesa para eles...