segunda-feira, 27 de julho de 2020

AGU x Moraes – Nec plus ultra!



Edição do Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Jorge Serrão - serrao@alertatotal.net
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Censura prévia é inconstitucional. Abuso de autoridade é ilegal. Por isso, através da Advocacia-Geral da União, o Presidente Jair Messias Bolsonaro pediu, liminarmente, que seja determinada a suspensão monocrática, ad referendum do plenário do STF, das decisões judiciais de bloqueio, suspensão e interdição de perfis nas reses sociais.

A ação proposta pela AGU, a pedido do Presidente Jair Bolsonaro, foi para defender o princípio da Liberdade de Expressão. Tem caráter institucional mais que judicial. Alexandre de Moraes abusou da autoridade e praticou censura, o que é inconstitucional. Toffoli tem de acatar liminar o mais urgentemente possível.

A AGU pegou na veia. Foi certíssima ao defender que o bloqueio ou suspensão de perfil em rede social priva o cidadão de que sua própria opinião possa chegar ao grande público, ecoando sua voz de modo abrangente. Correta peça jurídica de 27 páginas escrita pelo AGU José Levi do Amaral Jr e sua assessora Izabel Nogueira, exigindo respeito aos direitos fundamentais dos brasileiros.

Vale insistir: Alexandre de Moraes agiu com abuso de autoridade, rigor seletivo, desrespeito à Constituição e contra a jurisprudência claramente definida pelo STF. Sim: o ministro corrompeu o STF. Merece reprovação e impeachment. O Senado Federal tem de agir!

Bolsonaro fez o que tinha de ser feito. Agiu de modo institucional ao acionar a AGU contra a decisão errada de Alexandre de Moraes. Assim a turma do Mecanismo fica cheia de medinho e solta gritaria. Contra golpistas o único remédio ético é a Lei. Nec plus ultra! Tradução Tabajara: “Para com isso, Lex Luthor”.

É hora de parar. Toffoli tem a chance de restabelecer a paz, se acatar, mesmo a contragosto, a liminar pedida pela AGU. Suprema Corte não pode permanecer como suprema chacota. Temos de reverter este quadro dantesco. Não dá para bater boca eternamente com ministro. A zona tem de parar, ou a merda vai se ampliar.

Dias Toffoli foi quem cometeu o erro originário ao designar Alexandre de Moraes para instaurar o inquérito fake secreto. Se Moraes abusou da autoridade praticando censura a culpa é do Presidente do STF. Por isso, só reata a Toffoli acatar liminar da AGU, a pedido de Bolsonaro.

A AGU colocou o STF em xeque-mate. Se Toffoli negar a liminar, a corte suprema sairá diminuída, como violadora do artigo 5º da Constituição. Se aceitar a liminar, quem fica mal na fita é Alexandre de Moraes. Bolsonaro e a AGU fizeram um movimento brilhante e legítimo de ganha-ganha.

Resumindo: STF sim! Nova composição de ministros, já! Ao praticar a inconstitucional censura prévia, com indícios de abuso de autoridade, fica insustentável a manutenção do ministro Alexandre de Moraes. Senado tem de agir. #FreedomOfSpeech

Laurinha em dois tempos




Duas fotos postadas por papai Jair. Na primeira, a filhota parece triste com Lex Luthor por ter praticado censura inconstitucional. Na segunda, Laurinha feliz ao saber que Papai chamou o Super Homem para resolver a pendenga. Laurinha deve ser fã da Mulher-Maravilha.

Releia o artigo de Domingo: Os próximos desafios para Bolsonaro






Ave atque Vale! Fiquem com Deus. Nekan Adonai!

Jorge Serrão é Editor-chefe do Alerta Total. Especialista em Política, Economia, Administração Pública e Assuntos Estratégicos.  A transcrição ou copia dos textos publicados neste blog é livre. Apenas solicitamos que a origem e a data original da publicação sejam identificadas.

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Jorge Serrão. Edição do Blog Alerta Total de 27 de Julho de 2020.

11 comentários:

Loumari disse...

Estas imagens de vosso presidente provam o que todos já suspeitávamos! este homem nunca foi afectado pelo COVID-19. Ele se serve de sua notoriedade para convencer o povo de aceitar ser administrado o tal remédio que leva o nome de Cloroquina, que de cloroquina é só o nome na embalagem, a molécula é outra coisa.
O COVID-19 é vírus contagioso e é mortal em muitos dos casos, jamais um pai faria o que ele está a fazer, expor ao risco sua própria filha.
Este homem só se nutre de mentira e com esta astúcia se mantém no poder e por ser tão mentiroso, é adulado pelos seus capangas. E ele se exibe triunfante. Olhem para vocês! nem sequer se dão conta do que fazem e nem sobre o que vocês promovem.
Quem diria que Brasil havia de acabar assim? Se destapou a CLOACA! E todos a inalar o fumo do Diabo. Um povo sem Deus. Uma nação que baniu o Espírito Santo. O resultado é o que todos estão a ver e constatar.
LEPRA ESPIRITUAL.

Loumari disse...

Estas imagens de vosso presidente provam o que todos já suspeitávamos! este homem nunca foi afectado pelo COVID-19. Ele se serve de sua notoriedade para convencer o povo de aceitar ser administrado o tal remédio que leva o nome de Cloroquina, que de cloroquina é só o nome na embalagem, a molécula é outra coisa.
O COVID-19 é vírus contagioso e é mortal em muitos dos casos, jamais um pai faria o que ele está a fazer, expor ao risco sua própria filha.
Este homem só se nutre de mentira e com esta astúcia se mantém no poder e por ser tão mentiroso, é adulado pelos seus capangas. E ele se exibe triunfante. Olhem para vocês! nem sequer se dão conta do que fazem e nem sobre o que vocês promovem.
Quem diria que Brasil havia de acabar assim? Se destapou a CLOACA! E todos a inalar o fumo do Diabo. Um povo sem Deus. Uma nação que baniu o Espírito Santo. O resultado é o que todos estão a ver e constatar.
LEPRA ESPIRITUAL.

Anônimo disse...

🇧🇷 Existem três possibilidades as duas acima e a terceira que o filhote de Lula e Zé Dirceu cumparsa da organização criminosa e terrorista PT vai tomar que é não tomar conhecimento da ADIN por não ser o instrumento adequado. É o que toffoli vai fazer não toma conhecimento chama AGU de incapaz devolve a enrabada.

Anônimo disse...

BLOG CHUMBO GROSSO
segunda-feira, 27 de julho de 2020
O BUNDA SUJA BOLSONAROI USOU O MINISTRO MORO E DEPOIS, SACANAMENTE, SACOU UM CARTÃO VERMNELHO E COM ISSO A CORRUPÇÃO VAI NADAR DE BRAÇADA...
A corrupção política brasileira e o desastre da economia – Folha ...
Matheus Lara

O ex-ministro da Justiça Sérgio Moro disse em entrevista ao jornal britânico Financial Times que o governo de Jair Bolsonaro usou sua presença na equipe ministerial como desculpa para demonstrar que medidas anticorrupção estariam sendo tomadas. O ex-ministro afirmou que o governo não estava fazendo muito e que esta agenda tem sofrido reveses desde 2018, quando Bolsonaro se elegeu.

“Uma das razões para eu sair do governo foi que não estava se fazendo muito (pela agenda anticorrupção)”, disse Moro à publicação. “Eles estavam usando minha presença como uma desculpa, então eu saí. A agenda anticorrupção tem sofrido reveses desde 2018”.

ACUSAÇÃO – A FT lembrou que a saída de Moro foi marcada pela acusação de que o presidente Bolsonaro teria interferido politicamente na Polícia Federal. Um inquérito no Supremo Tribunal Federal investiga as declarações do ex-ministro.

Moro comentou que não se combate corrupção sem respeitar a lei e as instituições. “Ele mudou o diretor da Polícia Federal sem pedir minha opinião e sem uma boa causa. Não acho que dá para combater corrupção sem respeitar a lei e a autonomia das instituições que investigam e denunciam crimes.”

Moro também comentou a aproximação de Bolsonaro com o Centrão, o “controverso bloco de partidos conhecidos por oferecer apoio em troca de cargos políticos”, de acordo com o jornal. “No começo, o governo parecia evitar esse tipo de prática, mas hoje em dia não tenho tanta certeza”.

AMEAÇA – Na semana passada, o Estadão mostrou que um dos motivos que fizeram integrantes do Centrão se aliarem a Bolsonaro é justamente o medo de uma possível candidatura presidencial de Moro em 2022. Sem um candidato próprio na direita ou mesmo da centro-direita, o grupo teme que um eventual afastamento de Bolsonaro fortaleça a eleição do ex-ministro caso Bolsonaro tenha o mandato interrompido ou em 2022. Quando era juiz da Lava Jato, Moro foi algoz de vários dirigentes do Centrão.

O ex-ministro também comentou sobre os vazamentos de mensagens atribuídas a ele a procuradores da Operação Lava Jato da época em que ele atuava como juiz federal em Curitiba. As mensagens divulgadas pelo jornal The Intercept Brasil “machucaram a reputação da operação”, de acordo com a publicação. “Não reconheço a autenticidade daquelas mensagens. Não havia nada lá que pudesse comprometer o caso”, afirmou Moro.
Postado por Altamir Pinheiro às 7/27/2020 12:51:00 PM

Anônimo disse...


Yahoo

Bolsonaro vira alvo de ação por "toma lá da cá" com dinheiro da pandemia

Jair Bolsonaro (sem partido) se transformou em alvo de uma ação na Justiça após ser acusado pelo senador Major Olímpio (PSL-SP) de oferecer R$ 30 milhões em emendas parlamentares em troca de apoio político. De acordo com Olímpio, a origem da verba seriam os recursos para frear a pandemia do novo coronavírus.

A acusação do senador, que já foi apoiador do presidente, foi feita em entrevista à Globonews na última sexta-feira (24). Segundo Olímpio, Bolsonaro se utilizou de um intermediário para fazer a proposta aos senadores, com objetivo de obter votos dos parlamentares a projetos de interesse do governo.

"Foi o toma lá, com o dinheiro do covid sim", disse Olímpio. O intermediário teria dito que os R$ 30 milhões seriam alocados "onde o senador quiser indicar para suas bases", mas ressaltou que a verba não seria para todos os senadores, o que evidenciaria o critério político da oferta.

“Não interessa os critérios técnicos que deveriam ser obedecidos pelo Ministério da Saúde para a distribuição dos recursos, é a planilha do senador", afirmou à Globonews.

Após a grave denuncia, o advogado Ricardo Bretenha Schmidt apresentou uma notícia crime no Supremo Tribunal Federal (STF).

"Os fatos relatados pelo senador são extremamente graves, tendo em vista que verbas que devem ser utilizadas no enfrentamento da Covid-19 estariam tendo destinação apenas por critério político, razão pela qual devem ser objeto de apuração por parte do Ministério Público Federal", diz trecho da ação divulgado pelo UOL.

Schmidt pede que a denúncia seja encaminhada à Procuradoria-Geral da República, responsável por abrir uma investigação.

Na ação, o advogado ressalta que recursos públicos não podem ser designados apenas com base em interesses políticos.

“A oferta de distribuição de recursos públicos não teria sido efetuada para todos os senadores, bem como não possuía quaisquer critérios objetivos, mas apenas políticos", afirma o advogado em outro trecho.

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Anônimo disse...

Yahoo

Bolsonaro domesticado é o novo mito na praça

Matheus PichonelliYahoo Notícias
27 de julho de 2020
TOPSHOT - Brazilian President Jair Bolsonaro gestures after going out for a ride and having his motorcycle's engine overhaul after he announced he tested negative for COVID-19 more than two weeks after being diagnosed, in Brasilia, on July 25, 2020, during the novel coronavirus pandemic. (Photo by Sergio LIMA / AFP) (Photo by SERGIO LIMA/AFP via Getty Images)
O presidente Jair Bolsonaro sai para dar uma volta de moto após anunciar que está curado da covid-19. Foto: Sergio Lima/AFP

Gustavo Bebianno, os generais Santa Rosa e Santos Cruz, Sergio Moro, Luiz Henrique Mandetta, Nelson Teich, Joaquim Levy, Vélez Rodríguez, Abraham Weintraub, Regina Duarte e, mais recentemente, Rubem Novaes, do Banco do Brasil.

Todos aderiram ao bolsonarismo e saíram pela porta dos fundos chamuscados pelo bolsonarismo ou pelas encrencas criadas pelo bolsonarismo.

As baixas não ficam só no Executivo. No Congresso, o que não faltam são antigas lideranças bolsonaristas trucidadas por discordância com o chefe que não gosta de ser contrariado.

A fila de arrependidos é puxada pelo senador Major Olímpio e a deputada Joice Hasselmann. A última a ser jogada ao mar foi a deputada Bia Kicis, destituída da vice-liderança do governo na Câmara como reconhecimento aos serviços prestados na linha de frente da tropa de choque do mito.

TCU mostra, com números, descaso do governo na pandemia

Desde o começo da campanha, Jair Bolsonaro tem trocado de aliados como quem troca de camiseta.

Os novos estão em campo para obstruir os caminhos que podem levar à perda de mandato.

Quieto desde a prisão de Fabrício Queiroz, o ex-faz tudo da família, o presidente viu nos últimos dias figuras de pompa do centrão saírem em sua defesa vendendo uma nova embalagem.

Arthur Lira, deputado do PP de Alagoas, em entrevista ao jornal O Globo, na semana passada, deu a cara a tapa. “Não podemos ter um impeachment por ano e não é tocando fogo no parque que vamos resolver os problemas”, declarou.

Para ele, “o pessoal” do governo é muito verde politicamente, mas “no bom sentido”. “Têm boa intenção, mas erram na forma, no trato”. Por isso o deputado, que é acusado de receber R$ 1,6 milhão da empreiteira Queiroz Galvão em troca da manutenção de um diretor de Abastecimento na Petrobras, se dispôs a ajudar.

Bolsonaro retribuiu, aceitando a indicação de um nome do centrão para comandar o Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), que gerencia um orçamento de R$ 54 bilhões.

Quem também aderiu ao barco bolsonarista é o deputado licenciado Fábio Faria (PSD-RN), genro de Silvio Santos que assumiu o recriado Ministério das Comunicações há cerca de um mês. Continua....

Anônimo disse...



Yahoo continua II e termina....

Também ao jornal O Globo, ele fez juras de amor ao presidente no último fim de semana. Disse que a fase “paz e amor” do presidente veio pra ficar e que é preciso deixar as guerras de lado.

Até o filho do presidente, senador Flávio Bolsonaro, pivô das apurações sobre rachadinhas em seu antigo gabinete na Alerj, garantiu, recentemente, que a postura de distensionamento de quem passou os últimos 30 anos brigando até com a sombra “não vai ser provisória”. “Essa subida na imagem do governo em levantamentos recentes é efeito do distensionamento”, garante.

A bandeira branca pode ter sido estendida tarde demais.

O presidente “paz de amor” acaba de ser denunciado por supostos crimes contra a humanidade e genocídio no Tribunal Penal Internacional de Haia (Holanda). Conforme relevou o jornalista Jamil Chade, do UOL, os signatários, que representam mais de um milhão de trabalhadores da saúde no Brasil, acusam Bolsonaro de adotar ações negligentes e irresponsáveis na condução de respostas à pandemia de covid-19.

No começo de abril, Onyx Lorenzoni e Osmar Terra foram tiveram uma conversa interceptada pela CNN Brasil. O ex-ministro da Cidadania afirmava ao ex-ministro da Casa Civil que o número de mortos ficaria entre 3 e 4 mil. “Vai morrer menos gente de coronavírus do que da gripe sazonal”.

Até ontem, passavam de 87 mil os mortos por coronavírus no país.

No governo Bolsonaro, os diagnósticos da realidade são tão sólidos quanto a fidelidade dos aliados.

aparecido disse...

Maçons tem a proteção do bode velho empalhado que fica escondido num quartinho nas lojas...

aparecido disse...

Estou fazendo a reforma de uma loja maçõnica.. vi escrito numa porta : sala do bode.. e não me deixaram entrar lá...é a morada do bode velho...

Unknown disse...

Concordo

Anônimo disse...

Esse cara é louco, devia estar em coma no governo PT.