segunda-feira, 13 de julho de 2020

LÍNGUA “BROTUGUESA”


 

Marchinha da Cloroquina por Zenith Sylvestre


Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Carlos Maurício Mantiqueira

Para mim as redes sociais tem sido uma faca de dois gumes (ou de dois “legumes” como prefere uma jovem vegana !).

Reencontrei amigos que não via por décadas.

Alegrei-me por uns e fiquei triste por outros.

A maior “vítima” das novidades tecnológicas foi a Última Flor do Lácio, outrora inculta e bela.

Não apenas os paulofreirizados a ignoram e maltratam.

Há velhinhos também que a repudiam.

Por preguiça ou para se mostrarem “moderninhos”, muitos distintos senhores, antes circunspectos, hoje se fingem debochados ou decaíram de verdade.

Expressões consagradas foram substituídas por outras, sem razão alguma, se não soubéssemos dos planos diabólicos da Nova Ordem Mundial.

Por que trocar “atendimento à domicílio” por “atendimento EM domicílio”?

Chamar sanduíche de “lanche” ? Ambos anglicismos, mas o primeiro descreve melhor o tipo de pão recheado. O outro indica uma refeição.


Chamar ônibus de Busão vá lá.

Afinal os ingleses jejunos de Latim (omnibus) acertaram sem querer (querendo?). O coletivo não é para TODOS e sim para o povão. Só BUS.

As “zelites” vão de Bentleys ou Daimlers (dica para os emergentes: mais chiques que os Rolls-Royces).

Carlos Maurício Mantiqueira é um livre pensador.

Um comentário:

Chauke Stephan Filho disse...

"Entrega 'a domicílio"? Eu, hem!

Nunca ocorre crase antes de um substantivo masculino, meu Amigo.