quarta-feira, 14 de abril de 2021

Poder Supremo presenteou Bolsonaro?


Edição do Alerta Total – www.alertatotal.net

Por Jorge Serrão - serrao@alertatotal.net

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O Brasil vivencia um momento de crise de soberania, abuso de autoridade e aprofundamento da guerra de todos contra todos os poderes. Sobra Poder Supremo. Falta Poder Moderador. As máfias políticas e econômicas se aproveitam do Poder Covidiário. O Poder Popular (originário) tem dificuldade de reagir, pois combina medo, insatisfação e revolta. A tensão social só aumenta. A desunião nacional se agrava. O momento crítico exige um freio de arrumação. Quem se habilita a pisar no pedal do breque?

Nesta quarta-feira, depois de cuidar da CPI do Pandemônio (presente dado a Bolsonaro), o plenário do Supremo Tribunal Federal prevê o começo da análise da competência do juiz Sérgio Moro no julgamento do caso Lula. Os 11 do STF vão avaliar a absurda liminar dada por Edson Fachin anulando as condenações de Lula em Curitiba e passando tudo para recomeçar na Justiça Federal no Distrito Federal. Será que o STF continuará desmoralizando o trabalho da 13a Vara Federal, do Tribunal Regional Federal da 4a Região e do Superior Tribunal de Justiça - instâncias que confirmaram a condenação de Lula por corrupção? Ou o Supremo vai habilitar o petista para ser candidato a Presidente em 2022?

Tudo pode acontecer. Aqueles que têm poderes, prerrogativas e autoridade sempre devem apoiar suas decisões em análises e leituras estratégicas e mesmo táticas. O leão não é o maior e mais pesado animal da selva. Porém, é o mais estratégico e tático. Por isso se alimenta de absolutamente todos os outros animais e nenhum outro animal é seu predador natural. Isso significa estar no TOPO DA CADEIA ALIMENTAR.

Assim podemos descrever o “Animal Político” que é o senhor Jair Messias Bolsonaro. Ele parece um Leão sobrevivente absolutamente imaculado dentro de um Congresso Nacional completamente corrompido pelo crime sistêmico organizado, atualmente conhecido e reconhecido como “O Mecanismo”. O animal político não se contaminou com a roubalheira da Privataria do sociólogo FHC, com os esquemas do Mensalão e Petrolão do esquerdopata ou esquerdofílico Lula e sua trupe e tampouco se misturou com a bandidagem dos cariocas Cabral, Garotinho e Pezão.

Ignorar tamanha habilidade política é desconhecer por completo a política brasileira. Tratar o Presidente Bolsonaro como um incidente eleitoral irá custar muito caro ao “Mecanismo”. Bolsonaro pode falhar na comunicação, mas não é um idiota completo, nem maluco - como muitos sugerem. Por isso, é relevante chamar a atenção que os “deuses” do STF também cometem erros estratégicos e táticos na “caça permanente” ao Leão Bolsonaro. Os poderosos supremos erraram o alvo e geraram um Tsunami que promete se transformar na masmorra dos medievais membros da zelite cleptocrata brasileira. Forçar a barra para o Senado instalar a CPI do Pandemônio (ops, da Pandemia) tem tudo para virar o feitiço contra os feiticeiros.

Em 2022 teremos 27 senadores precisando convencer a sofrida, oprimida e encurralada população brasileira, que merecem permanecer em seus cargos. Enquanto isto, essa população assiste, horrorizada, lhe negarem os mais básicos direitos de cidadania, como SAÚDE, EMPREGO, SEGURANÇA, EDUCAÇÃO e, acima de tudo, sonegarem ao povo a DIGNIDADE e o orgulho de ser brasileiros. 

Os senadores, que até agora assistiram passivamente à corrupção generalizada devorar centenas de bilhões de reais enviados pelo Governo Federal para Estados e Municípios, receberam um presente do “inocente” STF: uma CPI para desfilarem com seus eleitores, prestando-lhes solidariedade. Explicações para o sumiço do dinheiro dos Leitos Hospitalares, do Oxigênio, dos antibióticos terão de ser dadas pelos prefeitos e governadores. O choro não será livre. A população neste momento não é mera espectadora como nas CPIs do Mensalão, das Privatizações ou dos Fundos de Pensão. 

Desta vez, a CPI é sobre o desumano crime praticado contra os cidadãos mais carentes e desprotegidos do nosso Amado Brasil. Aqueles que pegaram o vírus chinês em ônibus, trens ou barcos lotados e foram jogados em Postos de Saúde, sem médicos e enfermeiras, sem remédios, até terminarem atirados em valas de cemitérios sem sequer o direito a um velório assistido por seus familiares. O Poder Covidiário negou à população o sagrado direito da despedida, do Adeus. Sem dúvida, um crime contra a humanidade.

A população massacrada está amedrontada, porém mais cansada, indignada e revoltada. Ela não aceita mais a existência do “Mecanismo” - parceiro macabro do vírus chinês. Apesar do desgaste na imagem do Presidente, causada pela permanente campanha midiática de destruição, muitos ainda se lembram da surpreendente eleição do candidato que tinha apenas 8 segundos de tempo de TV e que ainda levou uma facada covarde para ser retirado do páreo. O “Leão” sobreviveu e ensinou que a resistência e a luta são possíveis para aqueles que, atentos, analisam a política no Brasil.

Nossos inocentes deuses supremos convidaram o Animal Político Jair Messias Bolsonaro para um ringue que ele domina bem. A manobra tinha o objetivo de levar o “Leão” à loucura, induzindo-o ao erro, para justificar sua quebra. O roteiro é mandado. Bastaria que, em alguma ação provocada por parlamentar inimigo, Bolsonaro seja classificado de “maluco”, e o Supremo determine seu processo de afastamento (ou impedimento) por “insanidade mental”.

De agora em diante, assim que a CPI do Pandemônio começar de verdade, vamos testemunhar uma carnificina pública e política contra o “Mecanismo”. Todos contra todos, da maneira mais republicana possível. Os criminosos da Pandemia do vírus chinês no Brasil podem se dar mal. Aguardam-se quebras de sigilos fiscais, bancários, telefônicos daqueles que enriqueceram ilicitamente com o dinheiro destinado pelo Governo Federal à saúde das famílias brasileiras. Localizados, encontrados e julgados, os facínoras devem receber o máximo rigor da Lei. Senadores já sentiram o cheiro de sangue no ar. O “Leão”, também.

A Corte Constitucional (nome mais apropriado para o STF) tem a chance de se mostrar digna da Nação Brasileira. Basta que seu presidente Luiz Fux, também no comando do Conselho Nacional de Justiça, recomende à Justiça Federal que crie, em regime de urgência e emergência, varas especializadas no julgamento mais ágil dos casos de corrupção em tempos de covidão. A Procuradoria Geral da República deve apoiar a iniciativa, junto com a Controladoria Geral da União, a Polícia Federal e a Receita Federal. Se a CPI não fizer o dever de casa de apurar como o dinheiro do contribuinte foi usado (bem ou mal) na pandemia, o sistema de Polícia Judiciária pode fazer.

O Poder Supremo precisa compreender o tamanho da cadeira de seus 11 integrantes. 






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Ave atque Vale! Fiquem com Deus. Nekan Adonai!

Jorge Serrão é Flamenguista. Editor-chefe do Alerta Total. Comentarista Político da Rede Jovem Pan.  A transcrição ou copia dos textos publicados neste blog é livre. Apenas solicitamos que a origem e a data original da publicação sejam identificadas. 

© Jorge Serrão. Edição do Blog Alerta Total de 14 de Abril de 2021.

6 comentários:

Anônimo disse...

Excelente! Talvez não tenha lido todos os seus textos, porém, indiscutivelmente este é um dos melhores em muitos anos. Parabéns.

Anônimo disse...

A SOBERANA BODAIADA TEM TUDO AO CONTENTO, OU SEJA, SALÁRIOS E PREVILÉGIOS MILIONARIOS PARA TODOS OS MAFIOSOS ENQUANTO O POVO PERMANECE NAS FILAS DE ESMOLAS... TUDO DO JEITO QUE VOCÊS QUERIAM...

Rodrigo Almeida disse...

Muito otimista essa coluna.
Eu não espero nada de decente do Senado e do STF.
Quanto às eleições, quem mais trancou venceu as eleições municipais. Veja o Covas, Kalil e o prefeito de Araraquara.

Anônimo disse...

A esquerda tem uma interpretação sobre a oportunidade da CPI da Pandemia. No Jornal da Cultura, foi comentado que as CPIs não podem julgar e punir, mas servem para ameaçar descobrir os crimes de todos, o que seria uma maneira de conseguir um acordo para ninguém ser investigado. Com isso, parecem querer jogar lama na reputação do presidente, porque ele quis que se estendesse a investigação a governadores e prefeitos.

Anônimo disse...

O presidente Bolsonaro teria uma qualidade que, na Finlândia, é denominada "sisu": a capacidade de lutar contra o que considera errado mesmo que as chances de vitória sobre o oponente mais forte sejam mínimas. A Finlândia lutou contra a Rússia, muito maior que ela, e até hoje mantém um serviço militar obrigatório para homens e facultativo para mulheres como um exército garantidor de sua soberania sobre um vizinho muito poderoso. Exemplo para os brasileiros acomodados e mimizentos que não merecem um líder de tal fibra; que aceitam os equipamentos e investimentos traiçoeiros da China.

Loumari disse...

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O padre Pedro Nuñez fala sobre a cobiça (ganância) que certas pessoas alimentam, o desmedido desejo de ter riquezas e bens materiais. Que é a partir do desejo desmensurado que leva muitas pessoas a adoptarem conduta e comportamento a margem da moralidade e desligadas da realidade. A COBIÇA MATA.


1 TIMÓTEO 6:9 Mas os que querem ser ricos caem em tentação e em laço, e em muitas concupiscências loucas e nocivas, que submergem os homens na perdição e ruína.
10 Porque o amor ao dinheiro é a raiz de toda espécie de males; e nessa cobiça alguns se desviaram da fé e se traspassaram a si mesmos com muitas dores.
11 Mas tu, ó homem de Deus, foge destas coisas e segue a justiça, a piedade, a fé, o amor, a paciência, a mansidão.
12 Milita a boa milícia da fé, toma posse da vida eterna, para a qual também foste chamado, tendo já feito boa confissão diante de muitas testemunhas.
13 Mando-te, diante de Deus, que todas as coisas vivifica, e de Cristo Jesus...