segunda-feira, 5 de julho de 2021

Ecos do “Mortadela day” nazicomunofascista


Edição do Alerta Total – www.alertatotal.net

Por Jorge Serrão - serrao@alertatotal.net

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Cadê os autoproclamados defensores da “democracia”? Nenhum deles veio à público na tradicional imprensa ou nas redes sociais para condenar os atos “nazicomunofascistas” do último sábado (3 de julho), em São Paulo. Nenhum ilustre membro do “Poder Supremo” fez duras críticas às ações de terrorismo urbano realizadas em mais uma “mini-festação” contra Jair Bolsonaro (classificado pelos vândalos como “fascista”, “genocida” e outros xingamentos vazios). O lamentável é ver a oposição a Bolsonaro praticando a violência política que atribui, na guerra de narrativas, ao adversário (ou inimigo). 

 

O Presidente da República contraprotestou, em duas postagens no Twitter. Na primeira delas, cobrou uma atitude concreta e posicionamento crítico de membros do Supremo Tribunal Federal e da CPI da Covid: “Nenhum genocídio será apontado. Nenhuma escalada autoritária ou ato antidemocrático será citado. Nenhuma ameaça à democracia será alertada. Nenhuma busca e apreensão será feita. Nenhum sigilo será quebrado. Lembrem-se: nunca foi por saúde ou democracia, sempre foi pelo poder!”. Jair Bolsonaro acrescentou: “Esse tipo de gente quer voltar ao poder por um sistema eleitoral não-auditável, ou seja, na fraude. Para a grande mídia, tudo normal”. 

 

O terceiro “Mortadela Day” foi hediondo. Perguntinha básica: Onde foi parar o tal Estado Democrático de Direito”, tão apregoado pelos arautos do Establishment? O que se viu foi um espetáculo da barbárie neostalinista, abusando de métodos do fascismo de Benito Mussolini e do Nazismo de Adolf Hitler. Na internet, circularam cenas criminosas de uma parcela raivosa e doentia da extrema “esquerda”. Destaques nas ações de guerrilha: Os vândalos atacaram a tropa de choque da Polícia Militar. Um policial militar foi atingido por uma pedrada que poderia matá-lo. Os delinquentes políticos depredaram patrimônio público e privado.

 

A sede do Instituto Presbiteriano Mackenzie, na Rua da Consolação, na Capital paulista, foi alvo de atos de vandalismo e saques. A direção da entidade reclamou, em nota oficial: “O Mackenzie tem 150 anos de serviços prestados à educação, à cultura e, atualmente, também à saúde. Sempre praticou o respeito à democracia, às instituições e à liberdade de expressão. Por princípio, o IPM não compactua com atos dessa natureza. Nada justifica a violência”. É absolutamente irracional uma ação de terror contra uma instituição de ensino que tem tradição na defesa da liberdade e dos direitos fundamentais.

 

Vamos aguardar para ver se o supremo magistrado Alexandre de Moraes, que se posiciona como “combatente de atos anti-democráticos”, vai abrir um “Inquérito Secreto” ou vai dar uma ordem para que a Procuradoria-Geral da República e a Polícia Federal investiguem quem está por trás, financiando, a barbárie política que vem se intensificando os “Mortadela days”, especialmente em São Paulo. Onde vai parar o tribalismo tupiniquim? A polarização política não pode degenerar em barbárie.    

 

Aposta econômica - Recado do ministro da Economia, Paulo Guedes, no Twitter: “Todos os indicadores mostram que a economia se levantou vigorosamente. Isso nos dá força para avançar nas reformas, desonerar empresas, reduzir impostos sobre trabalhadores de baixa renda, e avançar em um novo sistema tributário mais justo e sincronizado com o primeiro mundo”. 

 

Nas redes



De acordo com dados da plataforma Listening Trends de A_ Estratégia, a maioria dos tweets sobre o impeachment relacionados a Jair Bolsonaro teve sentimento negativo. As menções ao presidente acompanharam palavras que se referiam à CPI da Covid, como vacina, propina, corrupção e Luís Miranda.

 

A_Estratégia acompanhou o uso do termo “impeachment” no Twitter, Youtube e Facebook entre os dias 24 de junho e 02 de julho. Nesse período, houve 24.780 posts únicos com o termo, que tiveram potencial de alcance de mais de 241 milhões de pessoas. O Twitter foi a plataforma que concentrou as discussões: 92% do total.

 

A plataforma também indicou que a maior parte dos termos que acompanharam as menções ao impeachment no Twitter na última semana foi neutra. Isso indica que boa parte do debate buscava analisar o tópico, e não necessariamente se posicionava sobre ele.

 

Ainda assim, A_Estratégia também identifica movimentações favoráveis ao governo na última semana. Não houve uso coordenado de apenas uma hasthag. Ao contrário, usuários mencionariam diversas hashtags, como: Bolsonaro ate2026; BolsonaroIncorruptivel; RenanSaiadeTudo; Renanvagabundo; FechadocomBolsonaro; BolsonaroOrgulhodoBrasil etc. Essas hastags tiveram baixa repercussão, comparadas às menções sobre o pedido de destituição.

 

A avaliação feita pela empresa identificou duas tendências. A primeira é que os  picos de menções sobre o impeachment foram puxados por acontecimentos que vinculam o governo a esquemas de corrupção.

 

A segunda indica que as menções ao presidente Bolsonaro se vincularam fortemente às conversas sobre o impeachment durante a semana. Em mais de um dia, o aumento das menções ao nome do presidente foi causado pelas discussões sobre o impedimento. Ou seja, em maioria, o termo “Bolsonaro” não se sobressaiu por conta de posts favoráveis ao governo.

 

Treinador do Mengão na berlinda - Do jornalista Renato Maurício Prado, questionando a capacidade do técnico do Flamengo: “Sete jogos e três derrotas! Ainda tem alguém aí pra defender o Rogério Ceni? E agora é que vem as pedreiras”…

 








 

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Ave atque Vale! Fiquem com Deus. Nekan Adonai!

Jorge Serrão é Flamenguista. Editor-chefe do Alerta Total. Comentarista Político da Rede Jovem Pan.  A transcrição ou copia dos textos publicados neste blog é livre. Apenas solicitamos que a origem e a data original da publicação sejam identificadas. 

© Jorge Serrão. Edição do Blog Alerta Total de 5 de Julho de 2021.

Um comentário:

Almanakut Notícias - São Paulo - Brasil disse...

NÃO SE SURPREENDAM SE VOLTAREM COM O MOVIMENTO ANTICOMUNISTA (MAC) E COM O COMANDO DE CAÇA AOS COMUNISTAS (CCC).

HÁ UMA FACADA PARA SER VINGADA E NÃO SERÁ COM FACA!

DEIXEM OS FELINOS SAÍREM DAS TOCAS, QUE VOARÃO PENAS DE FRANGOS DE NORTE A SUL.